Em Bogotá, a mensagem é clara: se um motociclista gosta de “enlouquecer” com as leis de trânsito, mais cedo ou mais tarde poderá perder a carteira. Bogotá intensificou a vigilância e o Secretário Regional da Administração Distrital emitiu outro alerta com números que mostram a extensão do problema.
No total, a agência abriu 1.559 novas investigações de reincidência contra motociclistas que foram flagrados infringindo a lei mais de uma vez em um curto período de tempo.
E este não é um problema pequeno: Essas investigações podem resultar na suspensão da carteira de motorista por seis meses ou mais, dependendo da gravidade e repetibilidade da infração.
Além disso, até 2026, 529 licenças de motocicletas foram suspensas por infrações repetidas. Ou seja, há algum tempo mais de quinhentas pessoas não conseguem dirigir motocicleta. E isso sem contar o fato de que ainda existem 5.906 casos abertos que ainda estão em análise e podem acabar iguais ou piores.
As regras são simples, mas muitos não têm clareza sobre isso: se um motorista cometer mais de uma infração em seis meses, ele volta a ser culpado. E é aí que começa o grande problema.
Nestes casos a penalidade não é apenas uma multa a ser paga e pronto. A medida mais severa é a suspensão da licença por seis meses. E se o motorista fizer isso novamente, a pena pode aumentar para um ano ou mais sem poder dirigir.
A Secretária de Nascimento, Claudia Díaz, confirmou que estas medidas não visam “perseguir” os motociclistas, mas sim proteger suas vidas. Segundo a empresa, muitas dessas ações provocam acidentes envolvendo não só motoristas, mas também pedestres e ciclistas.

Simplificando: a ideia é que aqueles que persistirem em quebrar as regras enfrentarão consequências reais.
Um dos dados mais convincentes é o número de reincidências. Em Bogotá, o primeiro número é o C24, com cerca de 28.498 ligações entre janeiro e maio de 2026.
Essa infração reúne diversos comportamentos, como não usar capacete, não ter luzes ou setas, entrar na plataforma ou ciclovia e até ultrapassar o limite de velocidade. Ou seja, um “combo” de más práticas que coloca todos em risco.
Existem também esses meios de comunicação A hora que se refere a um número semelhante (28.298 chamadas), o que confirma que esta é a infração mais repetida entre os motociclistas da cidade.
Após C24, existem outras violações que também são preocupantes:
- Não possui atualização técnico-mecânica até o momento: ligue 13.489
- Dirigir sem carteira: 12.782 ligações
- Paradas em locais proibidos: convocações 9.420
- Viagens em áreas ou horários restritos: ligue 8.311

Por outras palavras, não se trata apenas de um problema de um ou dois comportamentos isolados, mas de uma cultura de incumprimento que os líderes querem acabar.
O que está acontecendo nas ruas?
Se você caminha ou se desloca pela cidade, não é incomum ver motocicletas andando em plataformas, dirigindo perigosamente entre carros ou ignorando os semáforos. E embora nem todos os motociclistas façam isso, há grupos de pessoas que repetem essas ações e é aí que entram as punições repetidas.
O Secretário de Estado insiste que muitas destas ações resultam em danos graves. Assim, além de comparações, eles agora analisam o histórico completo do motorista para tomar decisões mais informadas.
A posição da administração distrital é clara: o regresso deixará de ser visto como uma coisa pequena. Se alguém persistir em descumprir as regras, as consequências serão mais graves, podendo até mesmo haver suspensão permanente da licença.















