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Eles desmantelaram uma rede de câmeras criminais que espionavam autoridades em Ecatepec

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Elementos de Secretário da Marinha eles destruíram isso 32 câmeras de vigilância ilegais lá Ecatepec, Estado do Méxicoque atingiu o número de dispositivos aposentados 252 dispositivos A operação começou no início de março, segundo a embaixada.

A Marinha informou em comunicado que as câmeras ilegais foram instaladas na rede elétrica municipal e que a instalação foi realizada com a polícia municipal e a Força-Tarefa Ecatepec, da Marinha Mexicana.

Segundo a comunicação social deste órgão, sabe-se que existem gangues que utilizam este tipo de equipamentos para fiscalizar o trabalho das forças de segurança, pelo que a retirada faz parte da prevenção desta monitorização.

Nas demais intervenções no município, o pessoal da Semaro Polícia Municipal de Ecatepec e o Grupo de Operações Especiais (GOES) Proporcionou segurança aos trabalhadores do Procuradoria do Estado do México (FGJEM) durante a retirada do 64 câmeras de vigilância teriam sido instaladas ilegalmente em diversas áreas do território do município.

Foram retiradas 37 câmeras deste evento, em março foram 73 Foto: Marin a
Foram retiradas 37 câmeras deste evento, em março foram 73 Foto: Marin a

A Região Marinha Central informou que estas operações foram realizadas em diferentes áreas de Ecatepec para apoiar os esforços focados na proteção de equipamentos, conhecidos como “câmeras parasitas”, que estavam em vias públicas sem autorização.

Trabalhadores de iluminação pública também participaram da operação, apoiando a retirada física dos equipamentos, enquanto a Marinha patrulhava a área para dar segurança aos trabalhadores envolvidos e permitir a operação.

A Marinha apurou que as 64 câmeras apreendidas estavam em poder do FGJEM, que ingressou no devido processo investigativo para apurar a origem dos aparelhos e determinar se estavam relacionados a atividades ilícitas.

O órgão anunciou que essas retiradas fazem parte da coordenação institucional entre autoridades federais, estaduais e municipais para fortalecer a segurança pública, restaurar espaços seguros e contribuir para a saúde da população.

A operação foi retirada
Operação retirou as “câmeras parasitas” utilizadas pelo crime organizado Foto: Marina
  • Eles foram embora 32 Câmeras ilegais em Ecatepec e dinheiro arrecadado capturado 252 dispositivos até o início de março.
  • Autoridades disseram que um grupo de criminosos utilizou este dispositivo para monitorar as ações das forças de segurança.
  • Em outra operação, deram garantia 64 “câmera parasita” e o dormir para incluir pesquisas.

Em 11 de abril, uma operação anticrime semelhante levou autoridades federais lideradas pelo Secretário da Marinha a desmantelar um sistema ilegal de videovigilância instalado no município de Ecatepec, Estado do México.

Segundo notícias oficiais, a operação foi aprovada Localizar e desativar 73 câmeras instaladas ilegalmente em postes de energia e sistemas de telecomunicações. Esses dispositivos, conhecidos como “câmeras parasitas”, seriam usados ​​por grupos criminosos para monitorar os movimentos das autoridades e facilitar atividades ilegais.

Em março, foi realizada outra operação em que 73 câmeras foram utilizadas pelos criminosos — Foto: Marina
Em março, foi realizada outra operação em que 73 câmeras foram utilizadas pelos criminosos — Foto: Marina

A operação foi resultado de um trabalho de inteligência e investigação em campo dos elementos de resposta da Marinha em conjunto com autoridades dos três níveis de governo, na chamada “Operação Câmera Neutralização Parasita”.

Após a remoção, o equipamento segurado foi entregue à autoridade competente para a devida fiscalização legal. A Marinha destacou que estas ações procuram prevenir a criminalidade, fortalecer o Estado de Direito e garantir a segurança da população numa das zonas com maiores problemas de segurança.

Esta ação é acompanhada por outro esforço recente em Ecatepec, que fortaleceu a atuação das autoridades no sistema utilizado pelo crime organizado para operar na província.



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