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Abelardo de la Espriella receberá 60 milhões de dólares pela transição para a presidência: que banco lhe dará e em que condições

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A cooperação do BID é essencial para garantir uma transição institucional tranquila em Bogotá – crédito Yuriko Nakao/Reuters

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) confirmou que apoiará a transição presidencial na Colômbia. A decisão foi determinada pelo anúncio de um milhão de dólares para acompanhar a chegada de Abelardo de la Espriella, com assistência técnica no início de sua gestão. A empresa confirmou um apoio não reembolsável de 60 milhões de dólares para a transição para o novo governo.

O Guardian informou que o compromisso da organização foi anunciado durante uma conversa telefônica entre o presidente do BID, Ilan Goldfajn, e o presidente eleito. “O BID expressou seu compromisso de apoiar a Colômbia com uma parceria no valor de 60 milhões de dólares, recursos não renováveis ​​e que visa fortalecer o processo de transição do governo e fornecer apoio técnico na primeira fase da nova administração”, disse o comunicado emitido pela equipe de De la Espriella.

Adicionado pela mesma mensagem “Este apoio mostra a confiança do governo de Abelardo de la Espriella no banco multilateral”. Disse ainda que o anúncio marca o início de uma estratégia para canalizar a cooperação internacional para programas de bem-estar social.

Ilan Goldfajn, presidente do BID, disse que trabalhará com o novo governo para melhorar a vida dos colombianos. - crédito IGoldfajn/X
Ilan Goldfajn, presidente do BID, disse que trabalhará com o novo governo para melhorar a vida dos colombianos. – crédito IGoldfajn/X

Da mesma forma, a equipe do presidente eleito acredita que a cooperação com o BID será um pilar para garantir uma transição institucional estável em Bogotá. Além disso, espera que este apoio técnico e financeiro estabeleça as bases para os projetos sociais prioritários da nova administração.

Ilan Goldfajn divulgou mais tarde a sua versão da relação com o presidente eleito do X. Nela, afirmou que tinha “Ótima entrevista com o presidente eleito Abelardo de la Espriella, para parabenizá-lo pela eleição.”

O chefe do BID acrescentou que “falamos sobre sua visão para a Colômbia e o papel do Grupo BID para apoiar o novo governo por meio de financiamento, assistência técnica e muito mais”. Depois acrescentou: “trabalharemos com o novo governo para melhorar a vida dos colombianos”.

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) é a maior instituição financeira do gênero dedicada ao desenvolvimento econômico e social na América Latina e no Caribe - crédito Carlos Jasso/Reuters
O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) é a maior instituição financeira do gênero dedicada ao desenvolvimento econômico e social na América Latina e no Caribe – crédito Carlos Jasso/Reuters

Além disso, num outro debate, no dia 23 de junho, o vice-presidente eleito, José Manuel Restrepo, discutiu questões organizacionais como ajustamentos orçamentais, crescimento económico, atração de investimentos, simplificação de procedimentos, integração regional e segurança energética. Isso ficou evidente na reunião realizada por Restrepo com a vice-presidente de país e integração regional do BID, Anabel González. A reunião centrou-se nos principais desafios e oportunidades da Colômbia em termos de economia e desenvolvimento.

Restrepo destacou na rede social que a discussão passa pelo ajustamento financeiro, pelo crescimento económico, pela captação de investimentos e pela simplificação do procedimento através do chamado Plano Destrabe. Ele também falou sobre os desafios energéticos e a integração regional.

Segundo ele, um dos pontos centrais da necessidade é fortalecer as condições que permitam voltar ao dinamismo econômico da Colômbia. Esta doença está no crescimento lento e na incerteza nas principais áreas de investimento.

Ele também enfatizou a importância de avançar medidas que facilitem as atividades empresariais e melhorem a competitividade nacional.

José Manuel Restrepo, vice-presidente eleito da Colômbia, busca construir uma coalizão para promover a concorrência - crédito @jrestrp/X
José Manuel Restrepo, vice-presidente eleito da Colômbia, busca construir uma coalizão para promover a concorrência – crédito @jrestrp/X

A reunião também discutiu a integração regional como ferramenta para promover a economia. Nessa análiseRestrepo falou sobre a possibilidade de relações comerciais com a Venezuela, mercado que voltou a ser importante para o setor produtivo colombiano após a retomada das relações bilaterais.

Outro ponto é o debate sobre energia e o equilíbrio entre a segurança energética, a transição para fontes mais sustentáveis ​​e boas condições para investimentos no setor. Essa combinação pareceu ser um dos temas levantados pela equipe nas discussões com o BID.

Para José Manuel Restrepo, este tipo de relacionamento com organismos multilaterais visa construir parcerias para fortalecer a economia colombiana. O intercâmbio com o BID foi proposto como forma de promover a competitividade, a qualidade do trabalho e o desenvolvimento.



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