O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) confirmou que apoiará a transição presidencial na Colômbia. A decisão foi determinada pelo anúncio de um milhão de dólares para acompanhar a chegada de Abelardo de la Espriella, com assistência técnica no início de sua gestão. A empresa confirmou um apoio não reembolsável de 60 milhões de dólares para a transição para o novo governo.
O Guardian informou que o compromisso da organização foi anunciado durante uma conversa telefônica entre o presidente do BID, Ilan Goldfajn, e o presidente eleito. “O BID expressou seu compromisso de apoiar a Colômbia com uma parceria no valor de 60 milhões de dólares, recursos não renováveis e que visa fortalecer o processo de transição do governo e fornecer apoio técnico na primeira fase da nova administração”, disse o comunicado emitido pela equipe de De la Espriella.
Adicionado pela mesma mensagem “Este apoio mostra a confiança do governo de Abelardo de la Espriella no banco multilateral”. Disse ainda que o anúncio marca o início de uma estratégia para canalizar a cooperação internacional para programas de bem-estar social.

Da mesma forma, a equipe do presidente eleito acredita que a cooperação com o BID será um pilar para garantir uma transição institucional estável em Bogotá. Além disso, espera que este apoio técnico e financeiro estabeleça as bases para os projetos sociais prioritários da nova administração.
Ilan Goldfajn divulgou mais tarde a sua versão da relação com o presidente eleito do X. Nela, afirmou que tinha “Ótima entrevista com o presidente eleito Abelardo de la Espriella, para parabenizá-lo pela eleição.”
O chefe do BID acrescentou que “falamos sobre sua visão para a Colômbia e o papel do Grupo BID para apoiar o novo governo por meio de financiamento, assistência técnica e muito mais”. Depois acrescentou: “trabalharemos com o novo governo para melhorar a vida dos colombianos”.
Além disso, num outro debate, no dia 23 de junho, o vice-presidente eleito, José Manuel Restrepo, discutiu questões organizacionais como ajustamentos orçamentais, crescimento económico, atração de investimentos, simplificação de procedimentos, integração regional e segurança energética. Isso ficou evidente na reunião realizada por Restrepo com a vice-presidente de país e integração regional do BID, Anabel González. A reunião centrou-se nos principais desafios e oportunidades da Colômbia em termos de economia e desenvolvimento.
Restrepo destacou na rede social que a discussão passa pelo ajustamento financeiro, pelo crescimento económico, pela captação de investimentos e pela simplificação do procedimento através do chamado Plano Destrabe. Ele também falou sobre os desafios energéticos e a integração regional.
Segundo ele, um dos pontos centrais da necessidade é fortalecer as condições que permitam voltar ao dinamismo econômico da Colômbia. Esta doença está no crescimento lento e na incerteza nas principais áreas de investimento.
Ele também enfatizou a importância de avançar medidas que facilitem as atividades empresariais e melhorem a competitividade nacional.

A reunião também discutiu a integração regional como ferramenta para promover a economia. Nessa análiseRestrepo falou sobre a possibilidade de relações comerciais com a Venezuela, mercado que voltou a ser importante para o setor produtivo colombiano após a retomada das relações bilaterais.
Outro ponto é o debate sobre energia e o equilíbrio entre a segurança energética, a transição para fontes mais sustentáveis e boas condições para investimentos no setor. Essa combinação pareceu ser um dos temas levantados pela equipe nas discussões com o BID.
Para José Manuel Restrepo, este tipo de relacionamento com organismos multilaterais visa construir parcerias para fortalecer a economia colombiana. O intercâmbio com o BID foi proposto como forma de promover a competitividade, a qualidade do trabalho e o desenvolvimento.















