À medida que a primeira negociação do acordo de Gaza com o primeiro passo do acordo de paz, que incluía a libertação dos reféns, surgiram notícias infiéis para as famílias dos mortos. O relatório afirma que algumas famílias foram informadas de que os restos mortais dos seus entes queridos não seriam devolvidos no início da segunda-feira, 13 de outubro. As autoridades de Gaza estimam que todos podem provar tudo, o casamento que pode ser esperado do que o esperado.
A situação é mais difícil pelas declarações de fontes de notícias israelenses, que sugerem que os ativistas palestinos podem não ser capazes de restaurar todos os reféns da morte. De acordo com fontes israelenses da CNN, o governo israelense sabe que o Hamas pode não ter um conhecimento especial da localização dos mortos ou pode não ter acesso a eles. Uma fonte indicou a avaliação da inteligência e da conexão via Hamas durante o acordo contínuo para explicar esta possível morte.
A discordância no relatório dos reféns é o que resta da incerteza em torno da situação. O desafio de encontrar todos distingue-se da situação muito difícil da terra, que aumentou em anos de conflito.
Sobre o número total de conversas, a assessoria de comunicação palestina relatou “obstáculos complexos” que impedem a lista de prisioneiros incluídos em um acordo de rescisão. O conselho disse que mesmo tentando superar esses obstáculos, bloqueia o anúncio formal, incluindo os nomes dos prisioneiros de Gaza. Esta situação acrescenta uma camada de outra camada de sacrifício já para um acordo de paz.















