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A administração Trump anuncia uma redução acentuada na celebração de refugiados, com foco nos sul-africanos brancos

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A Administração Trump anunciou uma redução no número de refugiados autorizados a entrar nos Estados Unidos, estabelecendo um limite anual de 7.500 para o orçamento de 2026. Este novo limite, anunciado num aviso federal, marcou uma redução de 125.000 refugiados permitidos pela administração anterior, acabando efectivamente com o papel histórico da América como santuário para aqueles que fogem da violência e da perseguição.

Esta decisão faz parte da estratégia da administração republicana para melhorar a segurança nacional e proteger os empregos americanos, restringindo a imigração, especialmente em grupos onde vemos ameaças. O anúncio provocou uma reação massiva por parte de organizações de refugiados e de defesa que argumentam que estamos a minar o nosso compromisso de longo prazo de fornecer abrigo àqueles que se encontram em situações abomináveis.

Uma nota especial diz que a maioria dos refugiados aceites são sul-africanos, também conhecidos como africanos, que enfrentam discriminação e violência no seu país natal. A nota não contém detalhes sobre grupos adicionais que poderão ser incluídos na Recepção Online, mas que podem ser consideradas “vítimas de crimes ilegais ou injustos no seu país”.

Grupos de defesa populares condenaram o anúncio, argumentando que representa um afastamento das normas humanitárias tradicionais. Krish O’Mara Vignnarajah, presidente e CEO da Global Upar, criticou a decisão, dizendo: “Esta decisão não reduz a divulgação de refugiados”. Ele enfatizou que discutir os refugiados em termos de um grupo demográfico mina a credibilidade e o propósito da agenda dos refugiados.

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A redução do programa representa a queda para um nível historicamente baixo desde a sua criação em 1980. Os activistas salientam que este novo limite afecta muitos países diferentes, incluindo os afegãos que procuraram refúgio em 2021.

Os defensores da reinstalação afegã, como Shawn V-liver do #AfGhanevac, apontaram para a decisão “traiçoeira” que não apoiaria a reinstalação de refugiados afegãos, que contribuíram enormemente para a missão dos EUA no Afeganistão.

A última decisão da administração sobre a admissão de refugiados destaca uma grande mudança na política externa dos EUA e levanta questões sobre o futuro do papel do país como porto seguro em todo o mundo.

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