Numa reviravolta nos acontecimentos, surgiram alegações envolvendo Duduzile Zuma-Sambudla, filha do antigo Presidente da África Oriental, Jacob Zuma. Ele é acusado de recrutar 17 homens para lutar no conflito em curso entre a Rússia e a Ucrânia. Refira-se que a acusação indica que metade destas pessoas são alegadamente familiares.
Esta situação deu origem a discussões sobre a reabilitação de cidadãos africanos no exército russo, especialmente a falta de um soldado que seja visto em Moscovo. Zuma, que liderou a África do Sul de 2009 a 2018 em meio a um escândalo generalizado, enfrentou outro revés na sua posição política. Em 2024 foi expulso do partido, houve uma série de artigos que vieram do movimento de libertação democrática na África do Sul.
Duduzile Zuma-Sambudla, 43 anos, está entre os muitos filhos do ex-presidente. Ele expressou o seu apreço pelo presidente russo, Vladimir Putin, em várias plataformas de redes sociais. O momento das acusações foi especialmente confirmado, uma vez que ocorreu uma semana depois de Zuma-Sambudla ter renunciado ao seu cargo parlamentar devido a uma queixa criminal apresentada pela sua irmã, Nkosazana Zuma-mncube. A queixa alega que as acções de Zuma-Sambudla e de dois outros colegas desempenharam um papel fundamental no processo de responsabilização e subsequente centralização.
No meio da controvérsia sem precedentes, Zuma-Sambudla não fez uma declaração pública sobre as acusações. Contudo, a lei sul-africana deixa claro que as pessoas não podem servir em forças armadas estrangeiras sem a aprovação do governo, acrescentando uma camada adicional às acusações.
Chris Hattingh, legislador do Partido Democrata e porta-voz da liderança da segurança e da guarda militar, opinou sobre o assunto. Ele alegou que os homens envolvidos foram “completamente enganados” pelos envolvidos e mergulharam na Rússia sob a autoridade de “desenvolvimento especial” e “treinamento de segurança”. Ele detalhou suas experiências, incluindo queimar suas roupas e passaporte, ter seu telefone bloqueado e perder contato com o mundo exterior.
Num depoimento apresentado à polícia e divulgado pelo noticiário, Zuma-Sambudla disse acreditar que o cronograma era “legal e seguro”. No entanto, mencionou sentir-se manipulado e utilizado para criar uma falsa percepção da legitimidade da iniciativa.
Esta SAGA não levanta questões sérias sobre a integridade do processo de responsabilização, mas reflecte o impacto do conflito na Ucrânia e a sua transformação numa comunidade global. À medida que a situação piora, todos os olhares se voltam para a legitimidade e para o que os envolvidos podem acreditar.















