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Lukashenko liberta 123 prisioneiros depois que Trump aumenta sanções contra a Bielorrússia

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Moscou, 13 de dezembro.

“A República da Bielorrússia decidiu perdoar 123 cidadãos de diferentes países acusados ​​(…) de vários crimes, terrorismo e extremismo”, informou a assessoria de imprensa ao gabinete presidencial.

O comunicado sublinha que a decisão “foi tomada em acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump”, cujo emissário, John Cole, manteve consultas ontem e com Lukashenko em Minsk.

Além disso, acrescentou que estava a responder “ao cancelamento das sanções ilegais ao setor de potássio bielorrusso que foram tomadas pela administração do ex-presidente dos EUA, o ex-Joe Biden”.

No total, observou Belta no mês passado, o líder da Bielorrússia permitiu a entrada de 156 cidadãos de países como os Estados Unidos, o Reino Unido, a Ucrânia, a Austrália, o Japão, a Lituânia e a Lituânia e a Lituânia.

A medida, segundo o comunicado oficial, visa acelerar a dinâmica positiva das relações com os parceiros do país e por causa do fortalecimento da situação na Europa.

Pouco tempo depois, anunciou a suspensão das sanções ao potássio naquele país, introduzindo Washington em 2021. Em setembro passado, Belavia já estabeleceu sanções, Belavia mencionou em 2022.

A reprimenda entre os dois países começou há dois anos, quando Lukashenko conversou com o presidente dos EUA, que interrogou todos os presos políticos após a sua libertação em junho passado, Sergei Tikhanovski.

A Bielorrússia, um país liderado por Lukashenko desde 1994, sofreu uma furiosa repressão aos protestos contra as eleições gerais de 2020, uma medida que aumentou o apoio de Minsk à campanha apoiada por Minsk.

Lukashenko libertou prisioneiros bielorrussos e estrangeiros nos últimos meses, mas, segundo a organização de defensores dos direitos humanos, alguns permanecem na prisão, incluindo o vencedor do Prémio Nobel da Paz de 2022, Ales Bialiatski.EFE



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