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Eles procuram reforçar as penas para os passageiros que se comportam mal e já apresentaram uma petição ao Congresso Republicano.

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No total, a rede Avianca conta hoje com 94 rotas, das quais 70 são oferecidas nos mercados doméstico e internacional da Colômbia, com a implementação de rígidos protocolos de biossegurança – crédito Colprensa

O aumento do comportamento “perturbador” entre os passageiros marcou o transporte aéreo na Colômbia durante o ano de 2025. No total, foram registrados 572 casos desse tipo nos voos de uma das maiores companhias aéreas do país, o que mostra um aumento de 27,1% em relação aos 450 casos notificados em 2024.

É claro que o aumento tem causado preocupação no setor com o impacto na segurança da aviação e na saúde de trabalhadores e empregadores, além de fortalecer o apelo para que o Congresso aprove em 2025 o projeto de lei 153, que visa impor penas mais duras a essas ações. Os números apresentados pela empresa confirmam o aumento de casos que vão desde agressões verbais e físicas até situações que afetam a segurança e a dignidade dos colaboradores.

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O número total de casos em 2025 Isto é muito mais do que no ano passado e realça a magnitude do desafio e a urgência de reforçar o sistema de prevenção e o regime de punição. O aumento de casos foi evidenciado pelo incidente ocorrido em 13 de janeiro no aeroporto de Cali Alfonso Bonilla.

Sobre o comportamento dos passageiros
A experiência durante cada voo depende muito da atitude do passageiro – crédito Luisa González/Reuters

Na memória, Nessa data, um passageiro agrediu um funcionário durante o protocolo de terra, o que acionou os procedimentos internos da companhia aérea. As forças de segurança trataram o funcionário ferido e a empresa procedeu ao cancelamento do contrato de transporte do passageiro.

A companhia aérea notificou as autoridades competentes, prestou toda a assistência jurídica aos seus funcionários para apresentarem queixa-crime por danos corporais e disse que o passageiro foi detido, colocado sob as ordens do Procurador-Geral da República e submetido a julgamento público. “O contrato de transporte do passageiro foi cancelado e as autoridades competentes foram notificadas. A Avianca orientou e prestou todo o apoio jurídico aos seus colaboradores para a apresentação de queixa-crime por danos corporais ao passageiro, que foi detido, colocado sob ordem do Ministério Público e sujeito a processo”, refere o relatório da empresa.

Este episódio reavivou o debate sobre a segurança das tripulações e a importância de reformar o atual quadro legislativo. A empresa ressaltou a importância do Projeto de Lei 153 de 2025, que foi apreciado no Congresso Republicano.

Do Congresso Republicano
O futuro dos viajantes “disruptivos” na Colômbia depende do Congresso da República – crédito Colprensa

A empresa enviou uma mensagem forte sobre os seus valores fundamentais: “Segurança e respeito aos funcionários e clientes não são negociáveis.” Explicou que tal comportamento ameaça a integridade das pessoas e o funcionamento do voo e garantiu que agirá de forma decisiva contra qualquer comportamento violento ou perturbador. A política interna da companhia aérea prioriza a total segurança de seus equipamentos e passageiros.

“A companhia aérea mantém uma política de tolerância zero para comportamentos que afectem a segurança e o serviço, e continuará a utilizar todas as ferramentas legais à sua disposição, incluindo processos cíveis e queixas-crime contra estes passageiros perturbadores, para proteger os seus clientes e funcionários, e enfatiza a necessidade de um sistema legal que permita prevenir, punir e prevenir este tipo de comportamento”, afirmou. ele.

Da mesma forma, a empresa confirmou a sua vontade de utilizar todas as ferramentas legais disponibilizadas. “A empresa continuará a tomar todas as medidas legais ao seu dispor contra aqueles que se envolvem em comportamentos violentos ou perturbadores, seja em terra ou a bordo”, acrescentou.

O Aeroporto El Dorado é
O Aeroporto El Dorado é a chave para o tráfego aéreo na Colômbia e na América do Sul – crédito Aerocivil/EuropaPress

E o Projeto de Lei 153 de 2025 visa criar um marco regulatório mais forte para solucionar esse problema. A proposta considera penas mais duras para quem cometer atos repetidos ou colocar em risco a segurança do voo, bem como maior seguro jurídico para o pessoal aeronáutico. Além de aumentar as penalidades, oferece um sistema eficaz de prevenção e apoio jurídico aos colaboradores.

Segundo a empresa, o avanço na adoção de normas é essencial para garantir um ambiente seguro e prevenir a violência na aviação. O objetivo central é mas as empresas do setor e os seus funcionários dispõem de fortes instrumentos jurídicos para punir e prevenir situações perigosas.

A insistência em leis mais rigorosas é explicada pelos efeitos concretos destas ações nas operações diárias e na confiança dos passageiros. Segundo a empresa, medidas legais e preventivas eficazes não só protegerão a tripulação e os passageiros, mas também promoverão uma convivência segura e respeitosa a bordo.



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