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Puente afirma que a pista de Adamuz foi fiscalizada mais do que o habitual e os pilotos não encontraram problemas

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O responsável pelos Transportes, Óscar Puente, sublinhou que nos últimos quatro meses, os condutores que viajavam na ferrovia Adamuz, em Córdoba, reportaram apenas quatro incidentes, nenhum dos quais relacionado com o estado da ferrovia ou com a infraestrutura. De acordo com relatos dos meios de comunicação social, estes incidentes relacionaram-se com questões não relacionadas com a manutenção ferroviária, tais como animais mortos ou avarias de comboios. O ministro confirmou que durante este período não ocorreram vibrações, falhas ou inadequações relacionadas com a infra-estrutura, confirmando assim os seus comentários sobre a adequação do sistema de monitorização e segurança implementado na área.

Segundo a mídia, Puente defendeu em comparecimento à imprensa que a área afetada pelo acidente de domingo em Adamuz estava sujeita a patrulhas mais intensas do que o habitual. Segundo o seu comunicado, a média geral da rede ferroviária espanhola refere-se a duas inspeções geométricas e dois a quatro testes ativos por ano por troço, métricas que, no caso de Adamuz, foram significativamente ultrapassadas. O ministro descreveu a natureza completa e confirmada do sistema de revisão, detalhando a quantidade e o método de testes aplicados.

Na contabilização das fiscalizações realizadas pelas autoridades, a mídia noticiou que Puente listou cinco testes ativos realizados neste trecho desde que entrou ao serviço: uma fiscalização realizada no dia 26 de junho, seis dias após a inauguração da infraestrutura; seguidas de revisões nos dias 8 de setembro, 13 de outubro, 15 de outubro e 21 de novembro. Além disso, o trecho foi submetido ao controle ultrassonográfico, tecnologia desenvolvida para detectar possíveis defeitos estruturais invisíveis a olho nu. A presença destas inspecções, explicou o ministro segundo relatos da comunicação social, responde ao sistema de gestão de segurança que está em vigor no sector ferroviário, aos regulamentos que regem a frequência das inspecções e ao tipo de inspecções a realizar de acordo com requisitos técnicos específicos e não através de decisões inadequadas.

No evento realizado na sexta-feira, Puente foi acompanhado pelo presidente da Administradora de Infraestrutura (Adif), Pedro Marco de la Peña, e pelo secretário de Estado responsável pelos Transportes, José Antonio Santano. O ministro confirmou, segundo a comunicação social, que a implementação de mais testes e controlos neste troço específico cumpriu integralmente os requisitos do protocolo de segurança que rege a operação dos caminhos-de-ferro em Espanha. Enfatizou que embora o número de exames tenha superado a média nacional, este aumento teve base técnica e não respondeu a decisões fortes.

Quanto ao trabalho dos maquinistas neste setor, Puente destacou que os relatórios enviados nos últimos quatro meses não mostram sinais de problemas estruturais ou operacionais da ferrovia. Os relatórios gravados centraram-se em fenómenos externos, além da infra-estrutura. O ministro negou a existência de alarmes sobre vibrações ou outros sintomas frequentemente associados à falha do sistema ferroviário, o que, segundo a comunicação social, confirmou a fiabilidade das medidas tomadas para a manutenção e controlo do traçado analisado.



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