Quase quarenta anos e meio depois da partida de Os Santosa memória do famoso lutador mexicano vive não só no ringue, mas na dedicação diária daqueles que o consideram um símbolo.
No 42º aniversário da sua morte, El Hijo del Santo decidiu homenagear o seu pai longe da mente das pessoas e do público, optando por meditar e acreditar como sinal de gratidão.
Quarta-feira, 4 de fevereiroapenas um dia antes da data de sua morte, o filho de uma lenda Prata Mascarado voltou para lá Pare com issoem torno de quem recebeu Rodolfo Guzmán Huerta e que, ao longo dos anos, transformou a sua forma num símbolo de identidade e resistência.
Este passeio, que começou em frente à estátua que apontou, foi acompanhado por uma sociedade cautelosa, que se viu numa atitude contida e numa expressão de respeito.
A existência do guerreiro surgiu ali, não como um mito distante, mas como um elo tangível entre gerações.

O dia teve um significado mais profundo quando Filho do Santo Ele foi à igreja Santo Hipólitoum campo de reflexão onde a gratidão substituiu a posição de exigência.
Primeiro, faça uma pausa antes da imagem Virgem de Guadalupe; depois, os passos pacíficos até o altar de São Judas Tadeuuma imagem de esperança que marcou a vida espiritual dos seus pais.
“Meus pais são verdadeiros crentes”, disse ele calmamente. A imagem de Cristoa Virgem e os santos fazem parte da sua vida quotidiana.

Em suas próprias palavras Filho do Santoas emoções que sente vêm da memória do pai e do amor do público: “Vim agradecer porque já faz mais um ano sem meu pai, mas também porque é bom sentir o amor das pessoas, a lembrança dele. Tudo isso não é porque estou pedindo favores, mas sim do céu”ele apontou.
Prestes a completar sua aposentadoria dois meses depois, ele admite que sente falta dos rituais pré-guerra, mas encontrou uma nova forma de comunicação: “Isso me dá vida, estar com as pessoas, mesmo sem brigar mais”ele apontou.
O tempo também viu a presença de Alessandra Rojo de la Vegaprefeito de Alcaldia Cuauhtemoc. Que deu reconhecimento ao guerreiro.
Falando ao público, destacou a reabilitação do campo desportivo e a aposta nas actividades culturais e desportivas como forma de prevenção da violência.
Por fim, levantou, olhando para o homenageado, a necessidade de mudar o desejo para um Museu de El Santo em verdadeira liberdade.

Quarenta e dois anos depois, o herói do ringue vive em seu coração e em cada ato que o homenageia.















