A mudança na gestão da Microsoft Gaming marca uma nova fase na indústria de jogos. jogos de vídeoonde a narrativa e a criatividade humana permanecem no centro da experiência, mesmo num mundo dominado pela inteligência artificial e pela mudança tecnológica.
A comunidade de jogos testemunhou uma mudança histórica após o anúncio da aposentadoria de Phil Spencer como CEO da Microsoft Gaming. seu sucessor, Ash Sharmaconhecida por seu trabalho no CoreAI, é responsável por dar continuidade ao legado construído ao longo de décadas.
Sharma disse à Variety sobre seu “profundo respeito” pelo trabalho de Spencer e a influência que ele teve sobre ele e o novo chefe de conteúdo, Matt Booty.

No primeiro memorando interno, Sharma descreveu três compromissos principais com a comunidade de jogos: apostar em grandes jogos, promover o retorno do Xbox e moldar o futuro dos jogos.
O executivo tem experiência com empresas como Instacart e metamas reconhecemos que os desafios da indústria dos videojogos são únicos e exigem uma adaptação constante às exigências dos jogadores e criadores.
Para Asha Sharma, a chave para um videogame perfeito está na capacidade de criar ressonância emocional e oferecer uma perspectiva única. Durante a entrevista à Variety, o novo CEO enfatizou a importância de criar histórias que façam os jogadores sentirem, citando exemplos como o título “Firewatch”, que se destaca pela sua narrativa emocionante.
Sharma enfatizou que, embora se considere um estranho no núcleo da indústria de videogames, seu objetivo é conquistar a confiança da comunidade de jogos e dos desenvolvedores.
“Entrei no mundo dos videogames como designer de plataformas”disse ele, enfatizando a necessidade de mostrar consistência e abertura à aprendizagem num campo em constante mudança.
A nomeação de Sharma, que tem uma sólida experiência em inteligência artificial, levantou questões sobre o papel da IA generativa no futuro do desenvolvimento de videogames. O executivo explicou sua posição: “ele não tolera IA pobre”.

Segundo Sharma, a inteligência artificial sempre fez parte dos videogames e continuará fazendo, mas o motor de crescimento da plataforma deve contar com histórias que os humanos não podem.
“Grandes histórias são criadas por humanos”, afirmou Sharma, observando que embora a IA possa fornecer novas ferramentas e dinamismo, A emoção e a profundidade da narrativa dependem da criatividade humana. A combinação de tecnologia avançada e talento criativo é, na sua opinião, a chave para definir a excelência no jogo.
A mudança na liderança coincide com o 25º aniversário da Microsoft Gaming, um marco que Sharma vê como uma oportunidade para homenagear o passado e inaugurar uma nova era.

Os executivos esperam novidades importantes no próximo GDC Festival of Gaming, em março, bem como anúncios especiais na próxima apresentação. Vitrine de jogos Xbox na primavera.
Sharma olha para o futuro com a intenção de manter a essência que definiu a empresa, mas também de liderar a transformação do setor, com base na escuta ativa da comunidade e numa visão aberta dos desafios e oportunidades que a indústria dos videojogos oferece hoje.















