o Força Aérea Peruana (FAP) confirmou publicamente o desaparecimento de um helicóptero na tarde de domingo, 22 de fevereiro, por meio de um Anúncio oficial número 001 – 2026 espalhados neles redes sociais institucionaisonde ele descreveu em detalhes a perda de contato radial entre os planos à medida que cobriam o caminho entre eles Pisco sim Chalá (Arequipa).
A divulgação, reproduzida na plataforma digital oficial, causou reação imediata no mundo civil e militar, devido ao grande número de pessoas a bordo e à ativação de pesquisas em grande escala.
O comunicado foi divulgado por Diretoria de Informações e Interesses Aeroespaciais e data Lima, 22 de fevereiro de 2026. No documento, a instituição informa nos dizeres: “Hoje, domingo, 22 de fevereiro, por volta das 16h30, a tripulação do helicóptero Mi-17 de nossa instituição perdeu contato por rádio no trajeto de Pisco a Chala (Arequipa), no cumprimento de uma missão programada.“.

O avião envolvido é um 17 helicópterosmodelo de transporte versátil utilizado pelas Forças Armadas do país para operações logísticas e missões programadas em áreas de difícil acesso.
Segundo relatos da mídia, foi o navio que trouxe o navio Grande FAP Sergio Paucar Centurión e o Alferes FAP Luis Huertas Cárcamoe a equipe terminou Kamila Anchajuri Jove, a primeira supervisora da FAP e o Leiner Aguirre Huaman, segundo suboficial da FAP. Além disso, eles foram 11 passageiros a bordoum número que eleva a população total para quinze.
A instituição explicou que, após a confirmação da perda de comunicação, os protocolos estabelecidos para acidentes de tráfego aéreo foram imediatamente ativados. “Após a confirmação da perda de comunicação, a instituição ordenou imediatamente o acionamento do Sistema de Busca e Salvamento (SAR), em total conformidade com o protocolo de segurança aeronáutica vigente e busca localizar os integrantes, bem como as armas e os passageiros a bordo.”, dizia o texto oficial compartilhado na plataforma digital.
A ativação de Sistema de Busca e Resgate (SAR) Isto inclui a mobilização coordenada de recursos aéreos e terrestres, bem como a cooperação com outras instituições. Nesse sentido, a FAP informou no mesmo comunicado que a equipa tem sido destacada no terreno:

“Atualmente estão sendo implantados equipamentos de transporte aéreo rápido e patrulhas terrestres, com o apoio de uma delegação da Polícia Nacional Peruana na Região; Todos estão a caminho da última posição geográfica registrada da aeronave para iniciar as operações de posicionamento.“.
O caminho do meio Pisco sim Chaláno sul do país, em grandes áreas costeiras e desérticas, o que pode apresentar desafios logísticos para as operações de vigilância. Embora a instituição não tenha fornecido detalhes sobre as condições climáticas no momento da perda de comunicação, a ênfase do comunicado está na mobilização imediata de recursos e no cumprimento estrito dos protocolos de segurança vigentes.
O tom do comunicado que circula nas redes sociais destaca o elemento humanitário da emergência. “A segurança dos marinheiros e passageiros é uma prioridade absoluta. Foi feito contato direto com seus familiares para lhes dar o apoio necessário e informá-los sobre sua prioridade.”, define a FAP, e sublinha que as famílias foram notificadas e receberam apoio de instituições governamentais.
Num ambiente onde a informação pode circular rapidamente no espaço digital, a Força Aérea introduziu um apelo claro à responsabilidade pela informação. “A Instituição agradece aos cidadãos e aos meios de comunicação social por evitarem a divulgação de informações não oficiais que possam causar confusão ou ansiedade.“, alerta o comunicado publicado em sua rede oficial, buscando evitar a disseminação de versões não verificadas enquanto a busca continua.
















