Os militares norte-americanos destacaram esta segunda-feira que “danificaram” o posto de comando dos Guardas Revolucionários Iranianos, bem como vários locais de segurança e ataques aéreos, e afirmaram que iriam “continuar” as operações contra a “ameaça iminente” que dizem contra Teerão.
“Os militares dos EUA destruíram o quartel-general do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, as capacidades de defesa aérea iranianas, os locais de lançamento de mísseis e drones e os campos de aviação militares durante uma operação sustentada”, disse o Comando Central do Exército dos EUA (CENTCOM) nas redes sociais.
Apesar dos resultados militares acima mencionados, o departamento militar enfatizou que o Exército dos EUA “continuará a tomar medidas decisivas contra a ameaça iminente representada pelo regime iraniano”.
O CENTCOM quer elogiar os objetivos alcançados pelos militares norte-americanos, e aponta para a continuação da campanha ofensiva, enquanto o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, limitou as intenções da Casa Branca neste sentido, e defende que “nada” é o país norte-americano para entrar na guerra “vários anos”, correspondendo ao período de quatro a cinco semanas do ataque de Trump ao Irão.
O número de mortos nos ataques aéreos conjuntos EUA-Israel no Irão no sábado atingiu mais de 550, de acordo com o Crescente Vermelho Iraniano, que afirmou que os bombardeamentos atingiram mais de uma centena de cidades do país.















