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Estudante mata colega de classe em vários tiroteios em escola na província argentina de Santa Fé

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O secretário de Estado de San Cristóbal, Ramiro Muñoz, explicou que professores e funcionários da escola enfatizaram que o adolescente responsável pelo tiroteio era considerado “um bom aluno e apresentava bom comportamento” antes da tragédia ocorrida segunda-feira no centro educacional Mariano Moreno, nesta cidade da província de Santa Fé, no nordeste da Argentina. A notícia do ataque e os detalhes do incidente foram publicados pelo jornal La Nación, que reconstituiu o incidente utilizando declarações oficiais e fontes locais.

Segundo o La Nación, o incidente ocorreu quando os alunos entraram nas dependências da escola no início do dia. Um menino de 15 anos chegou à loja com uma arma escondida no estojo de um violão. Foi quando ele sacou a arma e atirou cinco vezes na frente dos colegas e dos funcionários da instituição governamental. O tiroteio matou instantaneamente um estudante de 13 anos e feriu outros dois menores; Um deles foi levado ao pronto-socorro com ferimentos graves no rosto e no pescoço.

As autoridades locais, segundo o La Nación, confirmaram que após o ataque, um funcionário da escola conseguiu derrotar e distrair o agressor antes da chegada da Polícia, que procedeu à sua detenção. Após o incidente, a polícia isolou o prédio da escola e tomou medidas para expulsar os alunos, enquanto a família foi informada da situação.

Segundo informações fornecidas pelas autoridades e divulgadas pelo La Nación, assim que ocorreu o ataque, os professores e o diretor decidiram suspender as aulas na escola Mariano Moreno por uma semana. O objetivo da suspensão é prestar apoio psicológico à comunidade educativa e permitir o desenvolvimento de investigações judiciais e policiais. As autoridades policiais continuam a investigar dentro e fora da escola, reunindo provas e analisando as circunstâncias em que o agressor obteve a arma e tentou entrar no edifício.

A investigação sobre a arma utilizada e o motivo do ataque continua com a coordenação entre a polícia provincial e o Ministério Público local, embora os investigadores ainda não tenham divulgado informações sobre a origem da arma ou o histórico do anterior agressor no ambiente escolar, o que reforça o choque entre professores e colegas, segundo fontes do jornal La Nation.

O ataque gerou um acalorado debate sobre os protocolos de segurança escolar na região. As autoridades provinciais afirmaram que as medidas de controlo de acesso às instituições de ensino serão revistas, caso os familiares dos estudantes exijam mais supervisão e apoio profissional aos estudantes. Como explicou detalhadamente La Nación, o choque atingiu a comunidade educativa e a população de San Cristóbal, que permaneceu nas proximidades da escola à espera de notícias sobre o andamento dos feridos e o julgamento.

Ao final do dia, representantes do município confirmaram que todas as atividades letivas serão suspensas durante a semana, enquanto o apoio psicológico e social será com famílias, professores e alunos. La Nación informou que o acidente está sob investigação judicial e que o suposto agressor será entregue às autoridades competentes por crimes contra menores. Além disso, acredita-se que a próxima ação visa esclarecer o contexto e os motivos pelos quais o jovem realizou o ataque armado na escola Mariano Moreno.



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