Em representação do governo nacional, o Ministro das Finanças e do Crédito Público, Germán Ávila, anunciou a retirada da administração do conselho de administração do Banco da República. Isto, depois da proposta de aumento da taxa de juro financeiro, que foi aceite por apenas quatro administradores.
A decisão foi tomada em 1º de abril de 2026 e O ministro manifestou seu descontentamento com sua saída repentina da reunião com a diretoria. Depois disso, realizou uma conferência de imprensa onde confirmou o possível rompimento da relação entre o Governo e os administradores do Banco da República.
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“Saímos desta reunião do conselho e estabelecemos claramente a distância entre o Governo e este conselho na tomada destas decisões (…) Sair do conselho de administração que toma decisões que não são responsáveis pelo paíso que é completamente incompatível com a situação global, com a realidade da vida”, explicou o chefe da pasta do jornalista.
A posição assumida pelo Governo do presidente Gustavo Petro tem gerado opiniões divididas, algumas focadas em críticas. O presidente da Associação Nacional de Empresários da Colômbia (Andi), Bruce Mac Master, está entre o grupo de pessoas que questionou a administração pela saída do conselho de administração.
Através de um vídeo postado nas redes sociais, Alertou para o risco para a instituição governamental que significa que a relação entre o governo nacional e o Banco da República está rompida.. Em detalhe, o respeito pela autonomia e independência das instituições governamentais é uma componente essencial da coexistência no país.
Mac Master lembrou que a Constituição de 1991 estabeleceu que o Banco da República é responsável pela gestão da política monetária do país e, neste sentido, o gestor deve respeitar a decisão tomada pelo banco central. Além disso, Disse que o presidente do conselho de administração da empresa é o Ministro das Finanças, enquanto muitos dos co-presidentes, incluindo actuais e antigos, foram nomeados pelo presidente..
“O governo nacional é o principal garante e guardião das instituições colombianasna Constituição colombiana, nas leis da Colômbia. Ele também tem que garantir a separação de poderes, a manutenção da democracia”, afirmou.
Nesse sentido, disse que o Executivo não tem que respeitar a decisão do conselho; deve reconhecer a legitimidade e a dinâmica institucional do Banco da República. “O Governo não pode dizer que não aceita o Banco da República ou que não vai participar na dinâmica do Banco da República.”, apontou.
Isto não será possível, na sua opinião, porque o Governo já fez “ataques” a outras autoridades e organizações. Consideremos que o país se depara com a necessidade de um país mais tolerante e respeitador das suas instituições, onde as diferenças ideológicas possam conviver respeitando as regras definidas pela Constituição Política.

“O país tem regras, o país tem acordos até agora que fazem parte da Constituição. O país também tem instituições das quais devemos cuidar e devemos cuidar para uma democracia boa e verdadeira. e para o benefício da sociedade onde somos 52 milhões”, disse o presidente da Andi.
Por outro lado, o Presidente Gustavo Petro pensa que o conselho de administração do Banco da República trabalha em apoio aos bancos e em resposta à posição política que se opõe ao projecto político do governo nacional.

“A maioria do conselho de administração do Bank Republika procura apenas aumentar os lucros dos detentores de dívida pública.que são todos bancos”, confirmou.















