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O Líbano lançou uma investigação sobre o ataque da UNIFIL em que um capacete azul foi morto

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Cairo, 18 abr (EFE).- O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, anunciou que deu “instruções estritas” para investigar imediatamente o ataque de sábado contra a missão de manutenção da paz no Líbano (UNIFIL), no qual um capacete azul francês foi morto e outros três ficaram feridos, dois deles gravemente, no sul do país.

Num comunicado nas redes sociais, o presidente libanês condenou veementemente o incidente e anunciou uma “investigação imediata” para esclarecer as circunstâncias do ataque e responsabilizar os responsáveis.

“Este comportamento irresponsável causa sérios danos ao Líbano e às suas relações com países amigos que o apoiam em todo o mundo”, disse Salam.

Por outro lado, o comando do Exército Libanês condenou em comunicado o que aconteceu na região sul de Ghanduriyah, onde homens não identificados atiraram nas forças da UNIFIL.

O Exército confirmou que está a trabalhar em estreita colaboração com a UNIFIL e a realizar as investigações necessárias para “esclarecer a situação e prender os suspeitos”.

O ataque ocorreu esta manhã na cidade de Ghanduriyah, no sul do Líbano, quando uma patrulha da UNIFIL que realizava operações de saque foi alvejada por “atores privados”.

Segundo a agência de manutenção da paz das Nações Unidas, “infelizmente, um leigo morreu devido aos ferimentos e três outros ficaram gravemente feridos, dois deles gravemente”, tendo sido imediatamente levados para o hospital.

A UNIFIL condenou o “ataque deliberado” contra o seu pessoal e abriu a sua própria investigação, lembrando que o ataque à paz é “uma grave violação do direito internacional humanitário e da resolução 1701 do Conselho de Segurança”, que pode ser classificado como um crime de guerra.

O presidente francês, Emmanuel Macron, atribuiu o tiroteio ao grupo xiita libanês Hezbollah e exigiu que as autoridades libanesas prendessem imediatamente os perpetradores: “Tudo indica que o Hezbollah é responsável por este ataque”, disse Macron nas redes sociais. EFE



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