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Castro prefere não calcular: “Ele era bom em matemática, mas não era clarividente”

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Valência, 11 de maio (EFE).- O treinador do Levante, Luís Castro, garantiu esta segunda-feira que vê os seus jogadores convencidos da perseverança, mas recusou calcular os pontos necessários para se salvar, embora tenha deixado claro que, na sua opinião, os seus jogadores não serão suficientes para continuar na Primeira Divisão.

“Sinto que os torcedores acreditam em nós, mas tenho cem por cento de certeza que os jogadores acreditarão até o último segundo. Quando eu era jovem, era muito bom em matemática, mas não mentalmente.

“Há alguns meses teríamos assinado o número que temos agora. Tínhamos dez pontos quando cheguei e agora temos 36. Estamos melhores. Também é verdade que a La Liga é uma loucura, cada equipa consegue mais pontos do que o habitual. A tarefa é simples, tentar vencer o próximo jogo”, disse o treinador português.

Relativamente ao Celta de Vigo, o treinador do Levante destacou que na sua opinião teria sido melhor classificado se não fosse o fracasso nas competições europeias e está convencido de que o Levante está pronto para somar a segunda vitória do ano.

“É uma equipe muito boa, mas vamos tentar. Eles são muito fortes, um dos melhores da La Liga. Eles têm uma boa solução na equipe, por isso mudam um pouco mais. Quando jogaram na Europa perderam pontos, já estão no topo e se não perderem esses pontos serão superiores. Temos que focar cem por cento e no máximo”, afirmou.

“Fizemos bons jogos fora de casa, é por causa dos detalhes. Perdemos em casa em alguns jogos. É verdade que em casa temos torcedores, a energia que eles nos dão é uma loucura”, acrescentou.

Além disso, Castro destacou o empenho do balneário que dirige e sublinhou que se sente “sortudo” por ser o seu treinador e que todos os adeptos do Levante devem estar orgulhosos dos seus jogadores.

“Tenho sorte de ter boas pessoas, tanto na comissão técnica quanto nos jogadores. O clube escolheu boas pessoas, não apenas profissionais. Eles pensam no grupo e no clube antes de si mesmos. Tenho sorte. Sinto orgulho desta equipe”, disse ele.

“Eles estão dando o melhor de si, fazendo tratamento três vezes ao dia para estarem disponíveis. Há jogadores lesionados há três semanas e em uma semana e meia eles estão lá e dizem ‘quero ir’. Se sou torcedor do Levante desde criança, observarei esse time com orgulho”, disse o treinador.

O treinador português admitiu também que alguns jogadores estiveram cansados ​​​​na última sexta-feira frente ao Osasuna, mas negou que pudesse obrigar os jogadores a recuar.

“Se não chegarem aos cem por cento, não pressionaremos”, explicou o treinador português, que explicou que “há vários” que estão cansados, mas apenas Carlos Álvarez e Unai Elgezabal estão fora do jogo. EFE

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