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Califórnia processa Fashion Nova por artigos publicitários matinais

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Um californiano está processando a Fashion Nova depois de receber várias mensagens matinais da varejista.

O varejista com sede em Beverly Hills violou uma lei federal que proíbe as empresas de fazer ligações antes das 8h ou depois das 21h. hora local, de acordo com uma ação judicial movida no norte da Califórnia no mês passado.

A “conduta ilegal da Fashion Nova invadiu a privacidade da Requerente, perturbou a paz e tranquilidade da Requerente e causou perturbação e aborrecimento em sua esfera pessoal e privada”, afirma a denúncia.

A Fashion Nova não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

A demandante, Charleen Shavies, de Hayward, recebeu oito mensagens de texto de junho a agosto que foram enviadas fora do horário de silêncio, uma delas às 7h24, de acordo com a denúncia.

Os artigos promoviam descontos e promoções de compras e tinham links diretos para o site do varejista, segundo o processo. Shavies disse que não deu permissão ao varejista para postar para ele e que não comprou nenhum item da marca nos 18 meses anteriores à postagem.

A Lei de Proteção ao Consumidor Telefônico de 1991 restringe mensagens comerciais indesejadas. A disposição prevê multas de até US$ 500 por violação, ou US$ 1.500 por violação, se um tribunal concluir que uma empresa agiu intencionalmente ou intencionalmente.

A ação pede que a Justiça impeça o Fashion Nova de enviar mensagens promocionais em horários de silêncio.

A ação busca status de ação coletiva. Se aceita, a turma proposta inclui aqueles que receberam mais de um artigo promocional num período de 12 meses durante os quatro anos anteriores à colocação. Pelo menos um deles teve que vir fora do horário de silêncio.

O varejista venceu outro processo em Indiana em março, onde o reclamante disse que recebeu mensagens promocionais apesar de estar em uma lista de países que não devem ser contatados.

A Fashion Nova argumentou nessa ação, movida no ano passado, que a exigência federal se aplica apenas a ligações e não a mensagens de texto. O demandante nesse caso, Warren Richards, entrou com uma ação judicial em maio.

Um processo na Califórnia diz que as mensagens de texto devem ser tratadas como solicitações telefônicas.

“As mensagens de texto constituem solicitação telefônica na acepção da TCPA porque foram enviadas para incentivar a compra de bens e/ou serviços dos réus”, afirma a denúncia.

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