A polêmica entre o presidente Gustavo Petro e a prefeita de Cajicá, Fabiola Jácome, aumentou depois que o ex-presidente afirmou publicamente que sua mãe foi vítima de insultos e assédios naquele município. No entanto, o presidente local rejeitou completamente estas declarações e garantiu que não há registo escrito dos acontecimentos ali mencionados e pediu ao chefe de Estado que corrigisse as suas palavras.
Em entrevista concedida a Rádio La WJácome confirmou que, Ao tomar conhecimento das denúncias, confirmou diretamente com as autoridades e com o sistema de segurança de Clara Nubia Urrego, A mãe de Gustavo Petro, não encontrou provas dos acontecimentos descritos pelo ex-presidente.
“A chegada repentina deles para atacar as instituições do município ou repentinamente contra Fabíola Jácome, quando É isso que está na cabeça do Presidente, digo com todo o respeito, porque também falei com o Comandante da Polícia, se houve algum incidente em frente à sua casa ou segundo o Presidente, ele foi vítima de ridicularização, crítica, tortura ou palavrões por parte da comunidade em frente à sua casa e não é o caso. Falei com ele e ele falou com o sistema de segurança da Sra. Clara e eles realmente têm segurança 24 horas por dia. A família não foi discutida. Também conversaram com o General Gualdrón. E nunca sabem reclamar ou reclamar com a família. Então a verdade é que não sabemos de onde ele tirou tudo isso”, disse o prefeito durante a entrevista.

O presidente explicou ainda que, segundo informações da polícia e dos responsáveis pela segurança do presidente, Não houve alegações de assédio contra a mãe do presidente em exercício, nem nenhum pedido de proteção especial. pelas autoridades locais.
Jácome também negou uma das declarações de Petro, relativa à consideração da demissão de um coronel da polícia que, segundo ele, prestava proteção à sua mãe em Cajicá.
“A verdade é que fiquei surpreso. Respondi imediatamente ao presidente na sua língua e disse: ‘Estou surpreendido’, porque nunca tive nada além de boas relações com a senhora, que me visitou várias vezes e é uma senhora muito querida. Nunca tive problemas e nunca conheci ninguém que falasse mal dele. E a questão do coronel reformado, aqui no Cajicá temos um comandante, sempre tivemos, ele é major no posto, mas não é coronel. A respeito disso Não vemos de onde veio a nota de que um coronel foi afastado, para não apoiar a segurança dela, enquanto a segurança de Dona Clara ainda estava nas mãos da presidência da República. sistema de segurança do presidente. A polícia faz visitas prolongadas, saudações, inspeções, para a segurança dele e de sua família. Mas nunca tivemos problemas, ou alguém o torturou ou algo assim”, disse o autarca em entrevista aos meios de comunicação acima mencionados.
O comunicado da emissora complementou a resposta publicada horas antes por Jácome na rede social, na qual rejeitou veementemente as acusações do ex-presidente e confirmou que elas não refletem a realidade do que aconteceu no município.

Em sua mensagem pública, o prefeito pediu a Petro que explicasse sua afirmação e garantiu que durante sua gestão governou sem distinção política, promovendo o respeito mútuo e a convivência entre o povo cajicá.
“Senhor Presidente, as declarações que fez neste trinado não correspondem aos factos, estas ações não correspondem ao meu modo de vida nem ao meu comportamento, peço-lhe que esclareça as acusações que são sem sentido e provocativas. Fui prefeito de todos os Cajiqueños e governei como tal em benefício de todos os cidadãos, meu comportamento foi caracterizado pelo respeito e pela simpatia, longe do que ele falava. Convido vocês a revisarem a publicação na rede social do ano de 2024 em que recebi em meu gabinete dona Clara, sua mãe, que exerce minhas funções de prefeita; Tivemos uma conversa gentil, empática, construtiva e amorosa, assim como mostram as fotos e a descrição. Não sou e não serei fã do ódio e da divisão. É claro que não pertenço à sua forma de pensar e ao seu modelo de governo, mas isso não deve levar-nos a acusações caluniosas que promovam mais conflitos. Peço a você, como mulher e como prefeita, que corrija suas palavras e conheça verdadeiramente Cajicá, um município onde o respeito à diversidade será promovido e construído na empatia”, escreveu Jácome.
Para corroborar esta versão, o prefeito relembrou um livro feito em 2024, quando recebeu Clara Nubia Urrego na prefeitura. Na ocasião, ele caracterizou o encontro como uma conversa amigável e publicou uma foto com a mãe do presidente na época.

Ele escreveu nesse livro: “Hoje tive uma visita maravilhosa ao gabinete do Prefeito de Cajicá. Clara Nubia Urrego, mãe do presidente Gustavo Petro, esteve conosco. Sempre entendemos que trabalhar solidariamente com amor e compaixão é o verdadeiro caminho para o progresso. Dona Clara é uma Cajiqueña que ama nosso território e com sua proposta e senso de identidade em traçar o caminho em equipe para fazer deste município o melhor do país” e destacou o presidente.
A polêmica surgiu depois que Gustavo Petro postou uma série de mensagens em sua conta X nas quais denunciava o suposto assédio aos pais e anunciava que iria tomar medidas legais por difamação e difamação.
“Ele chamou minha mãe, Clara, de 83 anos, prefeita de Cajicá, de ‘bruxa e velha HP’. Minha mãe mora em Cajicá antes do prefeito de Cajicá, eles conseguiram tirar o coronel da polícia da cidade porque ele fazia segurança. Como bom vizinho, durante décadas, alguns vizinhos organizaram uma manifestação para insultá-lo em frente à sua casa, que ele possuiu durante 45 anos. “Peço à polícia o vídeo deste acontecimento, do qual nunca me informaram”, disse Petro na sua conta X.
Da mesma forma, garantiu que seu pai, de 92 anos, também foi insultado em frente à sua casa em Bogotá e anunciou que pedirá gravações de ambos os incidentes para fundamentar a denúncia que pretende apresentar.















