A Força-Tarefa Omega anunciou através
A ação está inserida no contexto do Plano de Ação para a Democracia 2026que garante a segurança da comunidade e das assembleias de voto antes das eleições presidenciais de domingo, 31 de maio.
O comunicado da Força Tarefa Omega detalhou que os militares, no momento do ataque, realizavam uma operação tática para controlar e verificar uma ponte no riacho do setor. A instituição referiu que, devido à reacção imediata e às medidas de segurança postas em prática, os militares não foram afectados durante a acção violenta.
Segundo informações da inteligência militar citadas no comunicado, membros de grupos armados ilegais plantarão armas ilegais nas áreas rurais de Meta e Guaviare, especialmente em pontes, estradas e cruzamentos requeridos pela população civil.

Essas ações, segundo o Exército, visam colocar em risco agricultores, menores, animais e funcionários públicos, na tentativa de influenciar o andamento do dia eleitoral.
A Task Force Omega confirmou que perto do local para onde foi deslocado um dos engenhos explosivos existe uma casa onde vivem dois adultos e três menores. Segundo o comunicado, esta situação mostra o desdém que os grupos armados organizados têm pela vida e integridade da comunidade camponesa.
Esta instituição rejeitou a actividade criminosa que, segundo ele, constitui uma grave violação dos direitos humanos e do direito humanitário internacional, utilizando métodos indiscriminados que ameaçam directamente a população.
Além disso, reiterou que as operações militares na região continuarão de forma sustentada, conjunta e coordenada para proteger a democracia, garantir a livre circulação e proteger os cidadãos nos departamentos de Meta, Caquetá e Guaviare.

O ataque aos militares ocorreu uma semana antes das eleições presidenciais na Colômbia. A operação na região faz parte do Plano para a Democracia 2026, que visa proteger a segurança das comunidades e dos gabinetes eleitorais no sudeste do país.
Segundo informações oficiais, continuam as operações militares na região para afastar a ameaça do terrorismo e garantir condições para a implementação da democracia.
A Força-Tarefa Omega apelou aos residentes para denunciarem qualquer suspeita de atividade ou situação terrorista através da Linha 107 ou às autoridades mais próximas. Enfatizou que a cooperação dos cidadãos é necessária para garantir os riscos que possam ocorrer e para proteger a vida dos residentes rurais.
No mesmo departamento, o Exército Nacional informou a destruição de um laboratório de processamento de cloridrato de cocaína, pertencente ao Bloco Jorge Suárez Briceño, dos opositores “Calarcá”.

Segundo dados preliminares do Exército, esta empresa ilegal tem uma capacidade de produção mensal de cerca de 2,5 toneladas de cloridrato de cocaína, o que equivale a 3.652 milhões de pesos.
A destruição deste laboratório representa, segundo a instituição militar, um golpe no dinheiro criminoso do sistema armado e impede a venda de milhões de drogas.. Além disso, enfraquece a economia ilegal que financia o terrorismo e a actividade criminosa contra civis e forças armadas no sudeste da Colômbia.
O Exército confirmou que estas actividades são muito importantes no contexto das próximas eleições, porque a presença de forças governamentais na região procura garantir que as comunidades rurais exerçam o seu direito de voto com confiança e liberdade.















