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Por que o forno da Cidade Universitária não pode ser aceso na final de futebol

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(Boletim UNAM-DGCS-509bis)

Dentro do Estádio Olímpico Universitário (EOU)a área do caldeirão costuma ser ocupada pelo Rebel, um bar do National University Club, enquanto as finais do Clausura 2026 acontecem no meio. Pumas sim Cruz Azulmuitas pessoas se perguntam se isso pode ser transformado em um show.

A resposta é não, o caldeirão da CU não pode ser aceso para uma final de futebol consistente Status olímpicono documento que rege o Comitê Olímpico Internacional (COI) e na forma do logotipo.

O Caldeirão CU não pode ser aceso para ação de futebol REUTERS/Eloisa Sanchez
O Caldeirão CU não pode ser aceso para ação de futebol REUTERS/Eloisa Sanchez

A Carta Olímpica define a chama Olímpica como “a chama que arde em Olímpia sob a autoridade do COI”.

Isso significa que o fogo que queima em todas as piras olímpicas do mundo não é um elemento decorativo ou uma característica do estádio: é um símbolo de propriedade e licenciado pelo COI.

Inauguração do Estádio Olímpico da Universidade
(Arquivo)

O documento é claro: “O COI reserva-se todos os direitos, independentemente da sua natureza, relacionados com a utilização da chama e da tocha olímpicas”.

A sua utilização para publicidade, marketing ou angariação de fundos é “reservada ao COI”.

De acordo com o protocolo estabelecido na Carta Olímpica, medir o caldeirão é um evento protocolar obrigatório. cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicose seu encerramento marca seu fim.

Não há nenhuma disposição nas regras do COI que autorize o acendimento da tocha olímpica para eventos fora dos eventos olímpicos, como a final da Liga MX.

Ressuscitá-lo no futebol requer autorização expressa do COI. Sem isso, seria uma violação direta da Carta Olímpica.

Enriqueta Basilio acendeu a fornalha do Estádio Olímpico da Universidade UNAM na inauguração dos 68º Jogos Olímpicos do México (Foto: Twitter)
Enriqueta Basilio acendeu a fornalha do Estádio Olímpico da Universidade UNAM na inauguração dos 68º Jogos Olímpicos do México (Foto: Twitter)

Enriqueta Basilio acendeu a fornalha do Estádio Olímpico em 12 de outubro de 1968, a primeira mulher na história a carregar a tocha em sua última jornada e acender a pira nos Jogos Olímpicos.

Este fato confere ao símbolo um valor histórico que confirma sua incapacidade de utilizá-lo fora de contexto.

O pote de Estádio Olímpico Universitário Continua a ser uma marca dedicada a ocasiões especiais.

Segundo boletim publicado em 24 de agosto de 2013, as luzes estavam acesas para a XXXI Maratona Internacional da Cidade do México, quando Enriqueta Basílio Ele repetiu seu feito histórico em 1968 durante as Olimpíadas.

(Boletim UNAM-DGCS-509bis)
(Boletim UNAM-DGCS-509bis)

Nesta cerimónia, a “Chama da Maratona” foi a primeira no México, reforçando os valores da paz e da concorrência leal.

O evento reuniu dirigentes universitários, atletas de alto nível e representantes da Grécia, país onde se originou a tradição da maratona.

O evento marcou um momento especial na história do esporte no país e na Universidade Autônoma do México.

Até a data deste boletim, foram registrados poucos que acenderam o caldeirão da Ciudad Universitaria após as Olimpíadas de 1968.



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