O Presidente da Colômbia, Gustavo Petro, solicitou ao Ministério Público e ao Supremo Tribunal de Justiça que iniciassem uma investigação criminal contra o proprietário do Grupo Keralty, Joseba Grajales Jiménez, bem como contra os congressistas da Sétima Comissão do Senado, por suposta corrupção.
A declaração do presidente colombiano foi dada em resposta ao usuário em
O usuário também vinculou este idoso, cujo nome ele não identificou, com interesses governamentais e políticos após o segundo documento sobre a reforma trabalhista, realizado em dezembro de 2025.

Por isso, o presidente Gustavo Petro acusou Keralty de comprar congressistas para impedir a reforma sanitária no Capitólio Nacional.
“A maneira como Keralty, dono da Sanitas, fez isso é inacreditável comprou o Congresso para impedir a reforma da saúde no Congresso (sic)”, disse o presidente do estado.
O chefe de Estado pediu ao Ministério Público e ao Tribunal Constitucional iniciar uma investigação criminal contra os congressistas da Sétima Comissão do Senado e o proprietário de Keralty, Joseba Grajales Jiménez.
“O Ministério Público e o STF deveriam iniciar uma investigação criminal contra os parlamentares e proprietários de Keralty (sic) presos”, disse Gustavo Petro.

Em outro comunicado, o presidente Petro afirmou que “está comprovado” mas o juiz que “devolveu” Coosalud aos que supostamente o manipularam deveria ser investigado pelas autoridades competentes.
“Está demonstrado que o juiz Bolívar que devolveu Coosalud a quem o manipulou deve ser investigado pelas autoridades competentes (sic)”, confirmou o presidente.
Ele ressaltou ainda que as autoridades competentes deveriam investigar os juízes que teriam tomado recursos sanitários da Nova EPS.
“O juiz que conseguiu tirar recursos de saúde da Nova EPS deve ser investigado pelas autoridades (sic)”, afirmou o chefe de Estado.

Em novembro de 2025, o presidente Gustavo Petro participou de um discurso televisionado no âmbito de uma ordem do Conselho de Estado, que lhe permitiu corrigir declarações anteriores nas quais qualificava o grupo Keralty e seu presidente, Joseba Grajales, como “criminosos”.
Durante seu discurso, Petro evitou um pedido direto de desculpas e repetiu as críticas à empresa, embora tenha procurado cumprir suas palavras. Disse que as suas acusações não eram dirigidas a indivíduos, mas sim ao sistema de saúde, que descreveu como problemático e instou-o a mudar.
A resposta de Joseba Grajales Jiménez não demorou muito. Por meio de cartas públicas, ele defendeu a causa de Keralty no país.

“Queridos colombianos: quando as pessoas nos chamam de ‘estrangeiros’, estão esquecendo uma verdade simples, mas profunda: Keralty chegou à Colômbia há mais de quarenta anos, quando a maioria dos colombianos de hoje nem sequer tinha nascido – incluindo os filhos e netos dos nossos críticos. Não viemos apenas para passar: viemos para ficar. Viemos para servir. Viemos para nos importar. “Viemos para construir”ele disse.
Na sua mensagem, Grajales destacou o trabalho de Keralty na promoção da formação de profissionais de saúde e na criação de sectores como universidades, clínicas, laboratórios e centros médicos, visando atingir sectores historicamente negligenciados.
Estas declarações foram uma resposta à declaração de Petro, que insistia que “é proibido a uma empresa como a Keralty pagar dinheiro a políticos, criminosos na Colômbia, aos proprietários da Keralty”. e deve sair porque o financiamento em moeda estrangeira é proibido aqui“.
Grajales concluiu sua carta enfatizando o “apelo moral” da empresa: “Não viemos com promessas: viemos com fatos. E se alguém quiser falar de patriotismo, comece dizendo quantas vidas salvou, quantos empregos de qualidade conseguiu, quantos impostos pagou e o que construiu para seu país”.















