O porta-voz do Procurador-Geral da República (FGR), Ulises Lara López, explicou o procedimento o sistema dedicado à movimentação de lavagem de dinheiro CHAMADO O cavalinho.
“Essas pessoas abordaram empresas, apresentaram estratégias de marketing e mecanismo de evasão fiscal e tomaram ações falsas para justificar a emissão de faturas falsas”, comentou o funcionário em 1º de junho.
Depois de conceberem e comercializarem os esquemas, estes estabeleceram-se empresa de fachadaentão realizou o deduções legais para clientes reais e mais tarde compartilhou os benefícios.
Além disso, as estimativas do serviço tributário indicam que com faturas falsas o sistema produziu documentos no valor de mais de 12 bilhões de pesos.
Para colocar em perspectiva, isto equivale a metade do orçamento autorizado para o ano fiscal de 2016 para o estado de Tlaxcala.
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