O governo nacional autorizou a prorrogação da intervenção administrativa forçada do EPS Emssanar por um ano, depois de concluir que continuam as condições que levaram às medidas tomadas em 2022.
A decisão consta da Decisão Executiva 203, de 29 de maio de 2026, que Foi autorizada a prorrogação da apreensão imediata de bens, bens e negócios da empresa de 1º de junho de 2026 a 31 de maio de 2027.. A decisão ocorre no contexto da crise enfrentada pelo sistema de saúde colombiano e enquanto continuam os relatos de dificuldades no atendimento de pacientes associados a diversos EPS.
As condições de intervenção do Emssanar foram ordenadas pela primeira vez em 31 de maio de 2022 pela Superintendência Nacional de Saúde. Desde então, foi ampliado diversas vezes, enquanto diversos intermediários assumiram a gestão da empresa. Atualmente, o agente intermediário é Ilsen Inés Jaramillo Laserna.
De acordo com a decisão, A empresa ainda necessita de reforçar a implementação e monitorização das actividades de melhoria, pelo que se considera necessário manter a intervenção do governo.
Um dos principais argumentos apresentados para justificar a nova expansão está relacionado com a persistência de problemas estruturais no EPS. De acordo com o conceito técnico publicado pela Direção de Regulação do Funcionamento dos Seguros de Saúde, Riscos Profissionais e Previdência do Ministério da Saúde, existem ainda medidas que motivaram a intervenção.
A decisão afirma que “Embora se mantenham as condições estruturais que levaram à intervenção, sobretudo relacionadas com as dificuldades financeiras, o incumprimento dos indicadores de solvabilidade, as fragilidades operacionais da rede de fornecedores, as barreiras à entrada e o nível de litigância.”, o progresso também é visto em termos de administração e operações na empresa.
O Ministério da Saúde confirmou que durante o processo de implementação foram registadas melhorias relacionadas com o fortalecimento das operações, o fortalecimento das instituições governamentais, a organização dos processos internos, a purificação da informação e a implementação de estratégias que visam melhorar a prestação de serviços e a gestão dos riscos para a saúde.
No entanto, As autoridades concluíram que estes avanços não foram suficientes para superar as condições que levaram às medidas especiais.. A empresa de controlo Nexia Montes & Asociados, responsável pela monitorização das condições, concluiu também no eventual relatório que Emssanar continua numa situação perigosa que justifica a continuação de ações especiais de monitorização, controlo e gestão por parte das autoridades de saúde.

A expansão da intervenção coincide com novos problemas relacionados com o pagamento dos serviços de saúde. A IPS Gesencro comunicou recentemente a suspensão por tempo indeterminado do atendimento aos utentes do Emssanar por falta de pagamento do EPS. Segundo esta instituição, a dívida acumulada é superior a 13 mil milhões de dólares.
A situação atinge milhares de pacientes com doenças crônicas nos cinco municípios do Vale do Cauca, que têm que interromper o tratamento que recebem por meio desta rede de atenção.
Esta não é a primeira vez que ocorre um episódio como este. Em fevereiro deste ano, a suspensão do serviço já foi escrita pelo próprio IPS por obrigações de pagamento.. Naquela época, foi feito um acordo entre as partes para restaurar a bandeira. Porém, segundo a instituição prestadora, novas irregularidades levaram à decisão de suspender o serviço.
Neste sentido, a decisão que prorroga as medidas estabelece que “a natureza dos riscos conhecidos, especialmente os relacionados com a continuidade da prestação de serviços, a integridade da rede de fornecedores, a sustentabilidade financeira, o fluxo de recursos e o cumprimento de obrigações para com fornecedores e fornecedores, exigem a adoção de medidas” que permitam a continuação da monitorização e avaliação das atividades.

A decisão sobre Emssanar foi conhecida um dia depois da ministra da Saúde e do gestor dos recursos do sistema de segurança social (Adres) da saúde geral. Informaram que entre janeiro e abril deste ano foram transferidos US$ 34,90 bilhões para financiar o seguro dos colombianos. Deste total, 17,61 mil milhões de dólares correspondem ao regime auxiliado e 17,29 mil milhões de dólares ao regime doador.
Segundo o Governo, nesse período de 2025 foram liberados US$ 29,90 bilhões de pesos. No entanto, apesar do aumento das transferências em comparação com anos anteriores, alguns problemas financeiros da EPS e problemas de pagamento a fornecedores continuam.















