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Risco-país cai para 450 pontos após elevação do rating da dívida da Argentina

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Os títulos de dívida da Argentina começaram o dia nos Estados Unidos com uma alta de preços que resultou em um redução do risco país. O sinal criado por JP Morgan Caiu mais de 10% e subiu 450 pontos às 10h da Argentina. No final das negociações de ontem, o risco país era de 503.

A alta dos títulos ocorreu depois que a agência financeira Standard & Poor’s elevou o rating da dívida de longo prazo em moeda estrangeira da Argentina de CCC+ para B-, devido ao avanço dos programas de austeridade fiscal e ao aumento das compras de moeda estrangeira pelo Banco Central, entre outros motivos. A decisão segue a melhoria anunciada pela Avaliações da Fitch no início de maio.

Desta forma, o risco do país atingiu o seu nível mais baixo dos últimos oito anos. Durante a gestão de Javier Milei, o registo mais baixo deste indicador ocorreu em janeiro passado, com 481 pontos.

O financiamento do dólar pela Argentina começou com um aumento no número de seus trabalhos em Wall Street. O bônus Global 29 (GD29) variação bem registrada de 1,18% a um preço, se o Global 30 (GD30) subiu 1,27%. ele Global 35 (GD35) mostrou um aumento 2,57%seguido de perto Global 38 (GD38)quem avançou 2,58%. O maior aumento corresponde Global 41 (GD41)com a melhoria de 2,91%e o Global 46 (GD46) também aumentou significativamente 2,50%.

O economista Fernando Marulchefe da consultoria FMyA, destacou que as três agências de classificação –Fitch Ratings, S&P e Moody’s-, “Já são dois e isso é bom para dar uma turbinada no título e baixar ainda mais o preço risco país. Com isso, pode ir até 450 pontos base“, conforme esperado ontem pelos analistas na discussão que teve com ele Informações.

“A S&P foi a mais cética e convencida. A questão é por que foi convencida a melhorar o rating. Menos que a compra de ações, os novos empréstimos que cobrem o título definido pelo Tesouro”, disse Marull.

Ele também considerou que outro motivo para melhorar o rating é a nova perspectiva de financiamento que está disponível no Tesouro Nacional para cobrir parte do vencimento em 2026 e 2027. questões de arrecadação de novos dólares e financiamento. Então é muito bom”, disse.

Junto com isso o diretor da C&T Economic Advisors Camilo Tiscórniadestacou que “às vezes as agências de avaliação chegam um pouco atrasadas, tanto para corrigir para cima como para corrigir para baixo, mas o facto de existirem essas correções confirma o que pode acontecer”.

“O processo de redução do risco do país é mais do que diz a agência de rating. Tem a ver com a política monetária e com a melhoria da política macroeconómica em geral. Do ponto de vista financeiro, este ano parece ter começado melhor, principalmente por causa da compra de ações, e por um lado parece que a agência financeira agora vê e confirma a melhoria”, disse Tiscornia.

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