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Promovem o Hospital Universitário da Faculdade de Psicologia da UBA: onde vão trabalhar

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O Hospital Escola de Psicologia funcionará em Caballito, em Hidalgo 1067, e buscará ampliar a assistência médica com benefícios de 100 mil por ano (UBA)

ele Governo de Buenos Aires e Faculdade de Psicologia da Universidade de Buenos Aires assinou um acordo especial para iniciar o Hospital Universitário neste departamento académico, com o contributo da Fundação 1821, inclui de estudantes A iniciativa visa ampliar e fortalecer o atendimento psicológico na cidade.

A obra inclui a intervenção completa do 1.360 m² e será executado por meio de licitação pública. A conclusão está prevista para dezembro de 2026, e o hospital estará em pleno funcionamento quando a obra for concluída.

A construção funcionará em Hidalgo 1067, no bairro de um pequeno cavalo. Lá a formação acadêmica, o atendimento clínico e a pesquisa aplicada serão incluídos no mesmo local.

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A Faculdade de Psicologia da UBA fornecerá a estrutura predial e o capital acadêmico, profissional e científico para o pleno funcionamento do Hospital Universitário (Imagem ilustrativa Infobae)

O Governo da Cidade de Buenos Aires, através do Ministério do Desenvolvimento Humano, será responsável pela reforma e melhoria do edifício. A intervenção envolve a adaptação integral do imóvel ao funcionamento do hospital.

A Faculdade de Psicologia da Universidade de Buenos Aires Fornecerá a estrutura predial e o capital acadêmico, profissional e científico para o pleno funcionamento do Hospital Universitário, previsto para 2024.

O espaço é voltado à supervisão de pós-graduação e profissionalizantes e contemplará todas as competências da disciplina. Também promoverá pesquisas clínicas, atividades de extensão e fortalecerá a qualidade do ensino universitário.

O projeto prevê que os futuros profissionais possam acessar um ambiente de aprendizagem relacionado às necessidades sociais atuais. Paralelamente, a Faculdade prestará um atendimento especial às pessoas do programa do Governo, com foco na população em situação social vulnerável.

Este esquema busca responder diretamente a necessidades específicas: o Hospital Universitário atenderá a população de Buenos Aires abrangida pelos programas públicos e agregará a capacidade de atendimento do sistema de saúde mental com um sistema que combinará atendimento, ensino e pesquisa no mesmo estabelecimento.

Uma pessoa fica sentada na escuridão de seu quarto à noite, mostrando sinais claros de insônia e estresse. A imagem ilustra os desafios de lidar com distúrbios do sono, como sonambulismo e ansiedade, destacando a importância de intervenções psicológicas e psicológicas para promover um descanso adequado. (Foto da Infobae)
Dados oficiais da cidade de Buenos Aires indicam que três em cada 10 pessoas apresentam sintomas de depressão ou ansiedade e mais de 55% dos que necessitam de cuidados de saúde mental não os recebem devido a problemas sociais (imagem Infobae)

A decisão de requerer a hospitalização é tomada num contexto de deterioração dos indicadores de saúde. Segundo dados do Observatório do Ministério do Desenvolvimento Humano e Habitat, na cidade três em cada 10 pessoas apresentam sintomas de depressão ou ansiedade.

A situação, como refere este Observatório, é muito crítica para as crianças e jovens. Até 2025, será registrada mais de uma internação por dia por suicídio, e o 55% em casos envolvendo crianças menores de 15 anos.

Estes indicadores locais estão alinhados com as tendências nacionais e globais que permitem a criação de materiais específicos, acessíveis e sustentáveis. Neste quadro, a conversa com instituições de ensino superior procura integrar recursos humanos e conhecimentos científicos aplicados às redes públicas.

As barreiras de acesso contribuem para isso. Segundo o Observatório de Psicologia Social Aplicada, da Faculdade de Psicologia, mais de 55% dos argentinos que afirmam precisar de tratamento psicológico não conseguem acessá-lo por problemas sociais.

A Fundação 1821 comprometeu-se a trabalhar com a Faculdade para criar um centro de dados de saúde mental. Este centro permite organizar informação clínica, verificar estatísticas e gerar evidências para a concepção e melhoria contínua de políticas públicas. O projeto, dizem, se apresenta como um diálogo entre Estado, universidades e sociedade civil para ampliar o acesso, reduzir riscos e responder a uma das principais demandas de saúde. Da mesma forma, busca fortalecer o sistema de saúde mental, priorizar a formação acadêmica e transformar o conhecimento em serviços concretos para a sociedade.



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