A partir de quarta-feira, 15 de julho de 2026, as horas de trabalho terão mais valor monetário na Colômbia. Para quem ganha o salário mínimo, uma hora de trabalho ficará mais cara, e a razão para isso não é pelo novo aumento salarial anunciado pelo governo, mas pela redução das últimas horas de trabalho que devem ser realizadas no país.
A Lei de 2001 até 2021 atinge o seu objetivo final em julho de 2026, ao reduzir a jornada de trabalho legal máxima de 44 para 42 horas semanais. Ao trabalhar por menos do que o salário mensal acordado, a taxa horária média aumenta automaticamente, o que representa um alívio direto para as finanças dos trabalhadores colombianos.
Atualmente, com o salário mínimo fixado para 2026 em US$ 1.750.905, uma hora de trabalho custa US$ 7.959. No entanto, a partir de 15 de julho, essa hora padrão custará 8.338 dólares para aqueles que recebem benefícios básicos, uma mudança que se aplica aos trabalhadores do setor privado e aos que trabalham no setor público.

Este ajuste básico de tempo altera imediatamente a contabilização do departamento de pessoal para ajustar o tempo pendente.
Quando um empregado tiver que fazer horas extras, trabalhar à noite ou trabalhar durante um feriado, as horas extras deverão ser pagas com as seguintes novas taxas:
- Horários típicos: $ 8.338.
- Noites (com tarifas normais): $ 11.256.
- Horas adicionais do dia: $ 10.423.
- Horas extras noturnas: $ 14.592.
- Domingos ou feriados: $ 15.842.
- Pernoites nas férias: $ 18.761.
- Horas extras nos feriados: $ 17.927.
- Horas extras nos feriados: $ 22.096.

Para entender o real impacto nas finanças dos trabalhadores é preciso lembrar que em 2026 o turno noturno começou a valer mais cedo. A tarifa noturna, que acrescenta 35% à tarifa horária normal, começa às 19h e segue até as 6h do dia seguinte.
Isso significa que se o turno de um cidadão terminar depois das 19h, essas últimas horas deverão ser fixadas em um novo valor de $ 11.256. Esta é uma mudança significativa em relação aos anos anteriores, quando as tarifas noturnas só apareciam na fatura às 21h.
A legislação nacional é muito clara ao alertar que a empresa não pode baixar o salário mensal ou retirar os benefícios do contrato com a desculpa de reduzir a jornada de trabalho.

O espírito desta regra é que as pessoas tenham mais tempo livre para férias ou férias em família, recebendo exatamente a mesma quantia de dinheiro no final do mês.
Como essa mudança começa no meio do mês, o pagamento no final de julho terá um acordo misto. Os primeiros quatorze dias do mês devem ser calculados pela taxa antiga, mas a partir de 15 de julho, cada hora normal, hora extra ou noite extra deverá ser refletida com os valores atualizados da nova jornada de 42 horas.














