Milhares de colombianos vieram aos Estados Unidos e ao México para apoiar a seleção colombiana, antes de sua participação na Copa do Mundo FIFA de 2026.
Tanto celebridades quanto cidadãos comuns se reuniram na América do Norte para assistir à apresentação da seleção do café na Copa do Mundo, que não acontecia desde 2018.
Porém, entre os milhares de torcedores do país sul-americano, uma mulher tem chamado a atenção por enfrentar problemas com a lei.
Trata-se de Juliana Guerrero, jovem ativista política e ex-funcionária do governo de Gustavo Petro, que está sendo investigada por supostamente falsificar seu diploma universitário.

A mulher, de Valledupar, foi vista na área do Miami Fan Fest, assistindo à partida entre Colômbia e Portugal, partida realizada no Miami Stadium no sábado, 27 de junho de 2026.
O jornalista Jacobo Solano disse em uma série de fotos publicadas pela menina em sua conta no Instagram e o repórter contou ao X. A foto mostra Guerrero posando com a bandeira colombiana, vestindo uma camiseta azul marinho com detalhes dourados, cercado por outros torcedores tricolores.

Da mesma forma, postou um vídeo onde vai até a fan zone para curtir uma partida de futebol que terminou sem gol. Em sua postagem, Guerrero se referiu a uma jogada polêmica da partida, em que o zagueiro colombiano Davinson Sánchez errou um gol, comparando ao gol de Mario Alberto Yepes no Brasil 2014.
“Esse será o gol de Yepes na Copa do Mundo? Não me jogue sal!!” disse o ex-funcionário que causou polêmica na rede social.
A foto do jovem dirigente repercutiu nas redes sociais. A maioria criticou a administração de Gustavo Petro e as autoridades, acreditando que o ex-jovem responsável enfrenta julgamento perante o sistema de justiça colombiano.

Juliana Guerrero foi vista pelo público pela primeira vez após as eleições presidenciais em que Abelardo de la Espriella foi o vencedor.
No início de junho de 2026, O ex-jovem dirigente liderou um evento de apoio à campanha do então candidato presidencial Iván Cepeda na famosa Universidade de Cesar (UPC).
Segundo o jornalista Jacobo Solano em vídeo postado no X, o executivo apareceu na sede de Valledupar com sua irmã Verónica Guerrero. Na foto, eles podem ser vistos caminhando pelo campus, onde acontece um evento de apoio à eleição do candidato da Convenção Histórica.

No vídeo, ouvem-se slogans convidando as pessoas a votar em Iván Cepeda e Aida Quilcué no segundo turno da presidência.
Uma das músicas dizia: “O U não dorme, o U acorda, fica na segunda linha para votar no Cepeda”. O material também mostra vários participantes fantasiados e segurando faixas com o candidato, em uma cena que, segundo Solano, foi planejada para ser “sonolenta”.
Outra gravação divulgada pela imprensa mostra Guillermo Echavarría, reitor da instituição suspensa, conversando com os participantes e dando-lhes instruções sobre como se encontrarem no protesto.. Esta sequência acrescentou um novo elemento a um evento que, segundo as versões recolhidas, reuniu pessoas ligadas à universidade e ao governo nacional.
Juliana Guerrero juntou-se à sua irmã Verónica na liderança do evento no campus – crédito @JACOBOSOLANOC/X
De acordo com fontes da UPC revisadas por Uma semana, Entre os que compareceram e promoveram o evento estavam empreiteiros e funcionários da universidade e do Departamento de Assistência Social (DPS).
Segundo a investigação do jornalista Jacobo Solano, a presença de Juliana Guerrero e sua irmã no centro universitário de Cesar obedecerá à ordem de urgência do presidente, porque na região, o candidato do Acordo Histórico, embora tenha recebido mais votos, teve apenas 600 votos no primeiro turno contra De la Espriella.















