O ex-ministro dos Transportes e ex-líder socialista José Luis Ábalos foi condenado pelo Supremo Tribunal 24 anos e 3 meses preso – com pena mínima de 16 anos e meio – por supostamente ter sido mordido ao comprar máscaras faciais em plena pandemia, em 2020, e por recrutamento ilegal várias mulheres em empresas públicas.
Os sete juízes também manifestaram simpatia pela pena de 19 anos de prisão imposta ao seu antigo conselheiro. Koldo Garcia -e no máximo 15 anos de cumprimento-, sendo o terceiro réu o representante da comissão Victor de Aldama -que admitiu ter pago suborno- eles condenaram 4 anos e meio, mas eles suspenderam a sentença.
A Procuradoria Anticorrupção pediu pena de 24 anos de prisão para o ex-ministro, 19 anos e meio para o seu ex-assessor e 7 para Aldama. Para eles, as acusações populares lideradas pelo PP pedem 30 anos de prisão para o ex-ministro e seu ex-assessor, que estão presos desde novembro passado, enquanto o empresário está há cinco anos.
Durante o julgamento, tanto Ábalos como o seu ex-assessor se declararam inocentes das acusações contra eles e pediram a libertação, enquanto Aldama admitiu ter participado nos crimes de corrupção, crime organizado e utilização de informação privada.
(novo com extensão)
Com informações da EFE e Europa Press















