o Ministério Público da Cidade do México tenho o afeição para processar de José “N” pelo seu possível envolvimento no crime de à força dos dois comerciantes da prefeitura Iztapalapa. Através de inteligência, o acusado foi identificado como suspeito todo Nova Iorque “O Tanzaniano”gangues que operam na parte leste da capital.
O trabalho de inteligência permitiu apurar que o grupo criminoso acumula acusações pelos mais diversos crimes: homicídio, sequestro, extorsão e tráfico de drogas no leste da Cidade do México.
Segundo a investigação, esses comerciantes deram 20 mil pesos por semana aos supostos membros do grupo para evitar ataques a eles ou a suas famílias. Esse pagamento também lhes garantiu a continuidade do trabalho sem interrupção.
No dia 15 de maio de 2026, as vítimas recusaram-se a dar o dinheiro e refugiaram-se num escritório. José “N” e outras três pessoas invadiram o local e agrediram fisicamente os vendedores, enquanto outras duas montavam guarda do lado de fora.

Após o ataque, os comerciantes deram 300 mil riais aos agressores. Porém, os agressores exigiram 700 mil pesos.
Agentes de Investigador de Polícia (PDI) que estava trabalhando no local percebeu o incidente. Quando os supostos agressores perceberam sua presença, fugiram em dois caminhões.
José “N” foi a única exceção: as vítimas mantiveram-no no local. Os operacionais do PDI colocaram-no nas mãos do Ministério de Estado.
No dia 18 de maio, em audiência perante a autoridade judiciária, a Promotoria de CDMX apresentou entrevistas, autos e confissões nas quais as vítimas identificaram os réus. Esta combinação de provas permitiu ao júri levar José “N” a julgamento pelo crime de extorsão.

A autoridade judiciária impôs medidas preventivas contra a prisão. Também estabeleceu um prazo de dois meses para o encerramento da investigação complementar.
A Promotoria do CDMX anunciou que continuará com a investigação para identificar e levar à justiça todas as pessoas envolvidas no incidente. O objetivo desta instituição é destruir estruturas criminosas que afetam a segurança de comerciantes e moradores da cidade.
As agências de inteligência também identificaram outros participantes que fugiram no veículo. Ninguém foi preso no momento da operação.
Em relação a Código PenalJosé “N” é presumido inocente até que o veredicto determine a sua responsabilidade. O Procurador-Geral da República referiu que esta condição será mantida ao longo de todo o processo.















