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Especialistas de Cajamarca salvam pacientes com câncer de estômago após uma difícil operação

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A equipe médica utilizou a técnica de Maruyama, que facilita a identificação dos nódulos afetados e melhora a precisão durante a intervenção – Créditos: Essalud.

doente Um jovem de 33 anos com câncer de estômago recebeu uma nova chance de tratamento após passar por uma difícil operação no Hospital II da Rede de Saúde Essalud Cajamarca.

Pela primeira vez, a empresa realizou gastrectomia radical em bloco total com esplenectomia, procedimento que incluiu a retirada de estômagotecido danificado e tecido linfático. A operação representou um avanço no tratamento do câncer na região ao permitir que os pacientes tivessem acesso a tratamento especializado sem a necessidade de deslocamento para outras cidades.

A equipe médica implementou o Técnica Maruyamamétodo que facilita a identificação dos gânglios linfáticos associados ao órgão afetado. Essa estratégia permitiu desenhar a intervenção com mais parâmetros, remover as estruturas danificadas pela doença e reduzir o risco de propagação do tumor para outras partes do corpo.

A cirurgia foi realizada por um oncologista José Banda Medina, o que explicava que o segurado tinha adenocarcinoma com células em anel de sinete, tipo maligno que envolvia completamente o estômago. Pela natureza da doença, os especialistas optam pela retirada de todo o órgão, além do baço e dos gânglios linfáticos adjacentes, com o objetivo de oferecer o tratamento mais adequado para o tipo de doença.

O procedimento evitou o envio de contratados para hospitais de outras regiões, o que reforça a capacidade de decisão e o atendimento oncológico especializado em Cajamarca - Créditos: Essalud.
O procedimento evitou o envio de contratados para hospitais de outras regiões, o que reforça a capacidade de decisão e o atendimento oncológico especializado em Cajamarca – Créditos: Essalud.

O especialista mostrou que esse tipo de intervenção exige preparo especial e participação de profissionais de diversas áreas. Ele lembrou que a cooperação da equipe permitiu que a operação fosse realizada com sucesso em Cajamarca, fato que impediu o seguro de enviar hospitais para outras regiões e fortaleceu a capacidade da empresa para lidar com doenças muito complexas.

Após a cirurgia, a mulher apresentou boa evolução e continua sob acompanhamento médico como parte do processo de recuperação. Os resultados do método permitiram a remoção completa do tumor e do tecido danificado, situação que melhora a possibilidade de tratamento e aumenta a esperança de recuperação desse tipo de câncer.

O diretor de Rede de Saúde EsSalud Cajamarca, Beltrán Lozano Gonzalesdestacou que esse procedimento representa um antes e depois de cuidados especiais na região.

O paciente, de 33 anos, evoluiu bem após a operação e continuou o acompanhamento médico após a retirada completa do tumor e do tecido lesado - Créditos: Essalud.
O paciente, de 33 anos, evoluiu bem após a operação e continuou o acompanhamento médico após a retirada completa do tumor e do tecido lesado – Créditos: Essalud.

“A realização desta primeira operação muito difícil mostra o empenho, preparação e profissionalismo dos especialistas em prestar cuidados seguros, oportunos e de boa qualidade, evitando assim que pessoas seguras se desloquem para outras áreas para receber este tipo de tratamento”, notou.

Para ele, o paciente agradeceu à equipe médica pelo apoio recebido desde a doença até a recuperação. O caso é um avanço no atendimento oncológico em Cajamarca e mostra o desenvolvimento de procedimentos especiais que só poderiam ser feitos em hospitais de maior complexidade fora da região.

ele câncer de estômago Doença que tem origem no crescimento de células anormais desse órgão, que fica localizado na parte superior do abdômen, sob as costelas, e tem como principal função quebrar e digerir os alimentos. Embora possa aparecer em qualquer lugar, a maioria dos casos se desenvolve na parte principal do estômago.

No início, esse tipo de tumor muitas vezes não é percebido porque, em muitos pacientes, não causa sintomas evidentes. Quando os primeiros sinais aparecem, podem ser confundidos com problemas digestivos comuns, como indigestão, doenças cardíacas ou indigestão na parte superior do abdômen, o que pode atrasar o diagnóstico.

À medida que a doença progride, podem ocorrer dificuldade para engolir, dor abdominal, sensação de saciedade após comer pequenas refeições, inchaço após comer, perda de apetite, náuseas, vômitos, perda involuntária de peso e fadiga intensa. Em estágios mais avançados também podem ocorrer vômitos com sangue e fezes pretas, sinais que requerem tratamento imediato.



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