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Estes são os medicamentos e tratamentos oferecidos gratuitamente pela EPS na Colômbia

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Tratamento e medicamentos que serão gratuitos no EPS- VisualesIA ScribNews

O governo nacional atualizou a lista de medicamentos, tratamentos e procedimentos que deixarão de ser financiados pelo EPS na Colômbia durante o ano de 2026, em meio à crescente crise que o sistema de saúde do país enfrenta.

As condições estão previstas na Portaria 695 de 2026 do Ministério da Saúde, documento que combinou mais de 100 exclusões dentro do Plano de Benefícios de Saúde (PBS).

A decisão surge num momento de máximo stress para hospitais, clínicas e empregadores, devido aos problemas financeiros que a EPS e muitos centros médicos do país enfrentam.

Vários comprimidos brancos e cápsulas azuis e brancas espalhadas em uma área escura. Um pó fino pode ser visto ao redor da pílula sob uma luz impressionante.
Tratamento e medicamentos que serão gratuitos no EPS- VisualesIA ScribNews

As atualizações incluem medicamentos para queda de cabelo, tratamentos articulares, outros tratamentos e muitos procedimentos estéticos que não serão mais oferecidos com recursos públicos.

Entre os medicamentos que foram retirados está o minoxidil, usado principalmente para tratar alopecia ou queda de cabelo. A diacereína, usada em alguns tratamentos para osteoartrite e artrite reumatóide, também foi retirada, segundo relatos. Revista Semana.

O Ministério da Saúde também manteve restrições para determinados medicamentos que só podem ser utilizados em condições médicas específicas e com determinadas condições médicas.

Neste grupo há combinação de paracetamol com codeína ou hidrocodona, uso de diazepam e tratamento com erlotinibe quando não são encontradas alterações específicas.

A decisão também confirmou que a EPS não financiará procedimentos com fins esportivos ou cosméticos, a menos que haja necessidade médica comprovada.

Na lista de exclusões estão procedimentos como lipoaspiração, rinoplastia estética, aumento de mama, gluteoplastia, bichectomia e reconstrução genital.

Close da mão direita de uma criança sobre uma mesa de hospital branca, com linhas, sensores e fios conectados.
Tratamento e medicamentos que serão gratuitos no EPS- VisualesIA ScribNews

Também são permitidas diversas operações de modificação corporal realizadas para fins estéticos.

A medida também afeta tratamentos de fertilidade, como fertilização in vitro e inseminação artificial, procedimentos que há anos são controversos no sistema de saúde colombiano.

Uma das decisões mais controversas é a exclusão de outros tratamentos que não tenham respaldo científico suficiente.

Entre as práticas que deixarão de ser abrangidas pelo EPS estão a ozonioterapia, a aromaterapia, a golfinoterapia, a psicomagia e outras terapias similares.

O documento também exclui produtos considerados cosméticos ou de uso pessoal, incluindo cremes, géis antibacterianos, lenços umedecidos e determinados suplementos nutricionais.

Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo dessas medidas é concentrar os recursos públicos em tratamentos prioritários, tecnologia médica com evidências científicas e procedimentos considerados necessários à vida do paciente.

A reforma ocorre no momento em que vários centros médicos e hospitais alertam para uma grande crise financeira como resultado do atraso nos pagamentos do EPS.

Em Bogotá, várias instituições médicas já começaram a reduzir os seus serviços e a capacidade hospitalar devido às dificuldades económicas enfrentadas pelo sector da saúde.

Um dos casos mais importantes é o da Clínica Juan N. Corpas, que recentemente confirmou ter apenas quatro leitos de UTI em funcionamento após a demissão de alguns de seus próprios funcionários.

Além disso, o encerramento de vários locais da Clínica Médica e a suspensão de alguns serviços especializados, incluindo oncologia e procedimentos de alta complexidade.

O panorama tem causado preocupação entre pacientes e trabalhadores do sistema de saúde, que alertam que restrições financeiras podem afetar o tratamento em diversas partes do país.

A Resolução 695 de 2026 tornou-se uma das medidas mais importantes no debate sobre a sustentabilidade do sistema de saúde colombiano e o futuro da EPS.

Ao mesmo tempo, o setor médico e as associações de pacientes continuam a alertar para a possibilidade de novas restrições no acesso ao tratamento e aos serviços especializados caso a crise financeira se agrave nos próximos meses.



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