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Estratégia brilhante? O governo aumentará as tarifas de eletricidade para aumentar a eletricidade em áreas perigosas

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O Ministério de Energia e Recursos Minerais do Peru propõe alterar a Lei de Licenciamento de Eletricidade para financiar a iluminação pública em áreas de alto risco através de tarifas de eletricidade.

ele Ministério da Energia e Recursos Minerais (MINEM) apresentou um projeto alteração do artigo 184.º da lei que regula a atribuição de energia eléctricaatravés Decisão Ministerial nº 185-2026-MINEM/DMque procura aumentar a iluminação pública para resolver a insegurança pública.

Contudo, as implicações práticas significam que as tarifas de electricidade podem aumentar para os utilizadores residenciais, comerciais e industriais, especialmente em zonas propensas à criminalidade.

O objetivo oficial é claro: melhor iluminação em ruas e rodovias perigosas para reduzir a criminalidade e dar mais tranquilidade às pessoas.

Segundo dados do próprio Governo, 56,1% dos residentes urbanos com mais de 15 anos – mais de 10,7 milhões de pessoas – sentem-se inseguros ao caminhar sozinhos à noitesim 764 mil pessoas Eles identificam a falta de luz como causa direta desse sentimento.

As contas de eletricidade para residências e empresas diminuirão a partir de fevereiro de 2026, disse Osinergmin. (Foto: Agência Andina)
Entre 2026 e 2030, o custo da nova iluminação em áreas perigosas será pago como uma taxa separada para todos os utilizadores de electricidade no país.

O MINEM confirma que a medida não gera receitas adicionais do bilhete, mas abre a porta para ser incluído de forma indireta e gradual na tarifa de projetos de iluminação especial..

Mantém-se o limite de 5% para os encargos de iluminação pública, mas caso sejam realizadas obras adicionais, estes custos reconhecidos na fatura podem passar a ser “serviços especiais”.

O limite nas contas públicas de eletricidade continuará 5% do total da conta de luzmas projetos especiais de iluminação podem incorrer em custos adicionais. O valor mínimo pago será S/0,55 e o mais alto S/3 300 por utilizador, com base na UIT em vigor em 2026 (S/ 5.500).

De acordo com o projeto, o custo será distribuído de acordo com o consumo de cada usuário, afeta todos os clientes do sistema elétrico, desde residências até grandes empresas.

Entre 2026 e 2030, o custo das melhorias em áreas perigosas pode ser reconhecido como um encargo separado na fatura. A partir do ano 2030, estas taxas serão totalmente integradas na tarifa do serviço de electricidade.

A proposta do MINEM surge em resposta à Decreto nº 1.740que autoriza o Poder Executivo a impor medidas de reforço da iluminação em áreas consideradas de risco.

A questão é que A falta de iluminação contribui para a insegurança e o aumento da iluminação pública pode reduzir a criminalidade em 21%, de acordo com estudos internacionais citados.

O Centro Histórico de Lima, por exemplo, é um dos locais com “trecho crítico” de pequenos semáforos, o que aumenta o risco para pedestres e comerciantes.

Tráfico - Crime organizado - Delinquência - Chancay
O Centro Histórico de Lima é conhecido como uma área sensível que aumenta o risco para pedestres e comerciantes devido à falta de luz segundo o MINEM.

Todos os anos o MINEM publicará uma lista das estradas mais perigosas, utilizando dados oficiais e relatórios policiais, para priorizar onde usar mais luzes. O Estado utilizará mapas criminais e denúncias para priorizar ruas e bairros.

As empresas de electricidade podem realizar projectos especiais de iluminação nestas áreas, mediante aprovação técnica e aprovação prévia do Ministério. Se um município quiser instalar mais luzes do que o normal, deverá arcar com o custo adicional.

A tarifa aplica-se a todos os utilizadores de electricidade, não apenas aos que vivem em áreas de alto risco. Não há nenhuma nova lei, mas o custo da iluminação pública poderá aumentar na fatura mensal se forem aprovados projetos locais especiais.

No entanto, o habitual não resolve a raiz do problema da insegurançanem garante que gastos adicionais reduzirão a criminalidade. O sucesso depende da implementação do projeto e da supervisão da OSINERGMIN e do próprio Ministério.



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