O conflito jurídico e midiático entre Magali Medina sim Jefferson Farfan continue criando novos capítulos. Desta vez, o apresentador do ATV decidiu comentar o estatuto de proteção constitucional que demonstrou a meio do processo que manteve com o ex-futebolista, para garantir que, apesar de o tempo ter passado, ainda não há uma solução definitiva.
A sua declaração não foi apenas dirigida à antiga selecção nacional, mas foi dirigida a diversas estações de televisão que questionaram publicamente o seu estatuto jurídico e o respeito pelo feriado nacional em que foi nomeado.
Os jornalistas manifestaram o seu descontentamento com a demora do processo e confirmaram que o prazo para emissão de resposta já havia expirado. Segundo ele, o recurso foi apresentado há vários meses e, apesar disso, continua sem receber nenhuma decisão que esclareça o panorama jurídico que enfrenta.
Questionado sobre a atual segurança, este condutor disse que ainda aguarda a resposta das autoridades competentes e recorda que houve alterações no tribunal responsável pelo caso.
“Ainda não. Já faz algum tempo que entramos com a ação no Supremo Tribunal Constitucional, mas ainda não recebemos resposta. Eles mudaram os juízes e ainda estamos esperando“, disse ele.
A personalidade da TV admitiu que perdeu a conta de quanto tempo teve de esperar por uma decisão. No entanto, argumentou que estes tipos de recursos são muitas vezes resolvidos mais rapidamente do que os constitucionais.
“Ei, perdi a conta. É uma proteção constitucional que deve ser resolvida o mais rápido possível. Além de aguardar qualquer resposta, sigo tudo o que diz o tribunal executivo. Meu advogado me disse que 19 de maio é o prazo que estabeleceram para resolver o recurso que apresentei. Isso vem acontecendo há muito tempo“, acrescentou.

Nas últimas semanas, vários comentários nas redes sociais questionaram a posição de Magali Medina sobre privacidade e cumprimento das responsabilidades comunitárias determinadas pelo tribunal. Em resposta a isto, este jornalista explicou que nunca escondeu a informação sobre a sua situação mas para preservar a estabilidade do local onde desenvolve estas actividades.
“Temos que lhes explicar com uma pequena maçã que só exijo a privacidade do local onde faço o meu trabalho social, para não agredir ou perturbar, com a minha imagem mediática, uma enfermaria militar. Caso contrário, eu nunca teria exigido privacidade. Eu sei quem sou e ao longo da minha vida espalhei o lema: ‘A carne sai dos ossos’”, observou Tromé.

Um dos momentos mais comentados da entrevista foi quando foi questionado sobre o ódio visível Jefferson Farfan na frente dele. O anfitrião, porém, não minimizou a questão, mas intensificou a sua declaração e garantiu que as ações do ex-jogador de futebol foram mais do que apenas animosidade.
“Animação? Obsessão, eu digo. Ele deve ser um homem que vive para sua própria vingança”, disse ele a Tromé.

Ele também aproveitou a oportunidade para responder aos comentários da imprensa Janete Barboza sim Rodrigo Gonzálezque salientaram que não respeitarão o dia comunitário ordenado pelas autoridades.
Longe de ficar calado, o motorista rejeitou essas versões e prometeu devolver informações não suportadas.
“Eles leram uma escritura enviada por Farfán; Eles são sempre seus perseguidores. Não sei como deixaram alguém vomitar tantas mentiras, como um macaco armado. Por isso não têm credibilidade, pois apenas fazem boatos e os expõem como grandes verdades.“, disse ele.
Estas declarações mostram o nível de conflito que mantém com diversas personalidades televisivas, especialmente aquelas que questionaram publicamente as suas ações.

Mais tarde, ele respondeu à recente publicação do Jefferson Farfanque compartilhou uma mensagem acompanhada da música “Alimaña” e voltou a exigir informações sobre o respeito ao horário social.
A respeito disso, Magali Medina Defendeu a sua posição e referiu que todas as dúvidas podem ser esclarecidas contactando as entidades competentes. “Deixe que ele pergunte ao INPE e receba boas notícias. A investigação deve ser feita de forma rigorosa e profissional e não baseada em suposições“, feito.
A polêmica não parou por aí. Durante a conversa, a declaração de Nicola Porcellaque recentemente usou as redes sociais para criticar o apresentador e acusá-lo de destruir trabalho e família por causa de suas avaliações. O resultado de Magali Medina Foi direto e direto.
“Ele esqueceu que havia se machucado. É por isso que abandonaram o EEG; Já não podiam suportar o escândalo que os atingira. Pessoas como ela estão preocupadas que eu dê tela e espaço para mulheres que são abusadas física e emocionalmente, que estão cansadas de serem abusadas e vêm ao meu programa em busca de justiça. Não sou um cafetão de infiéis, espancadores, narcisistas ou viciados em showbiz.“, disse ele.

Apesar dos questionamentos e do processo que ainda enfrenta, este jornalista garantiu que este é um dos perigos do seu trabalho como repórter. Chegou a questioná-lo sobre a possibilidade de outros julgamentos pendentes, como os correlatos Yahaira Plasênciapode ter consequências negativas.
Longe de parecer incomodado, respondeu que tal situação reflecte as dificuldades que, segundo ele, enfrentam aqueles que exercem a sua liberdade de expressão no país.
“Estes são os perigos de um país onde a liberdade de expressão e expressão não é respeitada. Imagine se eu me dedicasse a pesquisar um tema mais sério, como as pessoas me mandam fazer. Eles estavam procurando uma maneira de me mandar para a prisão“, concluiu.
















