As forças de segurança turcas prenderam esta terça-feira 209 pessoas, alegadamente ligadas a grupos extremistas, numa operação antiterrorista antes da cimeira da NATO marcada para 7 e 8 de julho em Ancara, a capital turca.
O Departamento Provincial de Polícia de Ancara, que liderou a operação, referiu que alguns dos prisioneiros estarão ligados à organização terrorista Estado Islâmico e serão agora julgados.
As autoridades planeiam impor medidas de segurança rigorosas para a cimeira, sendo os protestos estritamente proibidos e o acesso às estradas que conduzem ao aeroporto restrito, com excepção das áreas próximas do local da cimeira e dos hotéis onde ficarão hospedadas grandes delegações estrangeiras.
No total, foram emitidos 241 mandados de detenção, embora 32 tenham sido infrutíferos, segundo a rede televisiva TRT, que afirma que as buscas pelos restantes 30 continuam em curso.
O presidente dos EUA, Donald Trump, deverá participar no evento apesar das tensões que viveu no último ano com os seus aliados, principalmente devido às divergências sobre a guerra no Irão e às ambições de expansão na Gronelândia. Esta decisão foi saudada pelo seu homólogo turco, Recep Tayyip Erdogan, que a vê como um “grande passo” para a aliança da NATO, embora a Casa Branca não tenha confirmado oficialmente a viagem.















