ele Ministério da Economia e Finanças (MEF) Nova Iorque PERU emitiu uma declaração oficial em 18 de maio negando isso qual intenção apresentando reivindicações inconstitucionais se opõe às regras aprovadas pelo Congresso que proporcionam melhores salários e benefícios para funcionários públicosincluindo acordos CAS. A posição executiva surge em meio à polêmica sobre legislação recente que amplia o Compensação por Tempo de Serviço (CTS) e remuneração dos empregados em regime de Contrato de Serviços Administrativos.
Segundo documento publicado pela MEFa carteira liderada por José Arista Arbildo reafirmou o respeito ilimitado pelos direitos dos trabalhadores do setor público e pela esfera de diálogo e negociação coletiva definida pela Constituição e pelas leis nacionais. O Ministério observou: “Não pretendemos apresentar quaisquer reivindicações inconstitucionais relativamente aos regulamentos aprovados pelo Congresso Republicano relativos à melhoria de salários, benefícios e direitos dos funcionários públicos”em linha com o que foi dito na declaração feita em Lima.

O MEF destacou a importância do trabalho realizado pelos funcionários públicos e insistiu na sua disponibilidade para manter discussões técnicas e responsáveis com os sindicatos. Essa abertura, segundo a pasta, faz parte do setor de negociação coletiva e institucional relacionado, conforme noticiado anteriormente pelo Infobae.
Pelo contrário, o ministério informou continuar a avaliar sistemas responsáveis e sustentáveis com os setores envolvidos para avançar na melhoria das condições dos funcionários públicos. O artigo destaca a necessidade de manter o equilíbrio fiscal e a estabilidade económica do país, ao mesmo tempo que se procura progredir em termos de emprego.

O MEF confirmou a “vontade permanente de consultar e cooperar, respeitando os direitos dos trabalhadores e a sustentabilidade do dinheiro”. A posição oficial surgiu após a análise da pasta ao Tribunal Constitucional para travar a lei que concede o CTS e a gratuidade ao CAS.
A explicação do Ministério busca responder às preocupações de sindicatos e servidores públicos sobre possíveis ações judiciais que afetem a validade de benefícios recentemente aprovados pelo Congresso. O debate continua sobre a viabilidade financeira da medida e o seu impacto no orçamento público, enquanto as autoridades económicas dão prioridade à sustentabilidade e ao diálogo social.

O presidente em 23 de março passado José Maria Balcázar publicou o Lei 32.563um regulamento que marca um marco na administração pública peruana ao conceder formalmente o direito de Subsídio anual e subsídio de tempo de serviço (CTS) para funcionários públicos isso (Decreto 1.057). Esta medida visa eliminar a disparidade histórica entre os funcionários públicos, permitindo que quem trabalhe neste procedimento receba dois benefícios iguais ao vencimento integral nos meses de julho e dezembro, além do CTS combinado calculado em 100% do seu salário por mês para cada ano de serviço.
A implementação desta lei estabelece que o pagamento de CTS Só terá efeito ao término do vínculo do colaborador com a empresa, servindo como apoio financeiro em caso de desligamento. No que diz respeito ao financiamento, o regulamento especifica que os benefícios serão retirados do orçamento de cada instituição, não há necessidade de recursos adicionais ao Tesouro. Com esta rubrica, o Executivo confirma o seu compromisso em reforçar os direitos dos trabalhadores do Estado, em reforçar a validade dos contratos por tempo indeterminado e em respeitar as condições de milhares de trabalhadores do CAS em todo o país.















