Em 2 de junho de 2026, a Promotoria de Vida de Zipaquirá apresentou acusação criminal de homicídio contra os professores Emely Fuentes e Danny Javier Ochoa Prada, enquanto investigava a morte de Valeria Afanador, uma menor com síndrome de Down que desapareceu e foi encontrada sem vida em um rio perto de Camp Los Laucles, perto de Los Laucles.
A decisão foi confirmada por resposta oficial do Ministério Público à família da vítima, que afirmou que a ação será apresentada ao juiz com o trabalho de controle de garantias em Cajicá.
De acordo com pesquisas, Os dois professores eram responsáveis pela supervisão e protecção do menor no momento do incidente, razão pela qual as acusações avançaram. contra ele por dizer que ele estava errado no caso.
A decisão foi anunciada por Julián Quintana, advogado da família Afanador, que comemorou o andamento do julgamento, embora tenha manifestado desacordo com a dimensão das acusações.
“As crianças na Colômbia não podem ser tocadas. O caso de Valeria Afanador é um caso de honra, não só para a sua família, para mim como advogado, mas para todos os colombianos”, disse ele.
Os advogados explicaram que o Ministério Público informou que dois dos responsáveis pela supervisão do menor serão apresentados ao tribunal de recurso.
“O Ministério Público informou-nos que esta terça-feira será instaurado um processo-crime por homicídio, de dois professores que estavam encarregados de vigiar e proteger a nossa menina, nomeadamente Danny Ochoa, familiar da diretora da escola, Sonia Inés Ochoa Ochoa, e Emilce Fuentes”, disse.
No entanto, Quintana garantiu que a decisão da família de desistir das acusações contra o diretor da instituição não foi a mesma.
“Devo apontar a discordância da família Afanador com o procurador designado para o caso, porque ele demitiu uma das pessoas que acreditamos ser a maior responsável por este caso e ele é o diretor da escola”, disse.
Da mesma forma, disse que continuarão a promover atividades judiciais para ampliar a responsabilidade no processo.
“Também exigiremos que ele seja acusado e também insistiremos que as outras pessoas identificadas por este representante como possíveis perpetradores também compareçam perante o tribunal”.ele acrescentou.
A resposta oficial da Procuradoria-Geral da República confirmou também a abertura de uma investigação relacionada com o possível impacto ambiental da localização da instituição de ensino.
A família perguntou se havia cópia da certidão por causa da investigação e da penalidade ambiental aplicada ao Gimnasio Campestre Los Laureles.

Diante disso, o Procurador-Geral da República disse que já possuem cópia autenticada para que possam ser investigados e confirmar a abertura do inquérito a respeito deste aspecto das possíveis irregularidades ambientais relacionadas ao funcionamento da educação.
Segundo Quintana, Esta decisão está relacionada com a localização da escola na área de influência onde o menor foi encontrado.
“O Ministério Público também decidiu verificar uma cópia da mesma para investigar crimes ambientais, pelo que se constatou que esta escola fica na zona do rio, causando grande perigo aos alunos da instituição”, disse.
A ação abre um campo adicional de investigação que busca apurar se há alguma irregularidade relacionada ao funcionamento da instituição de ensino na área ecologicamente protegida.















