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O caso de Lívia Brito e Ernesto Zepeda acabou: o ator deve pagar mais de um milhão de pesos

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Ernesto Zepeda x Livia Brito: “Porque existem celebridades, algumas não podem atacar a imprensa e não serem punidas” (Foto: Infobae México/ Jesús Aviles)

O problema jurídico entre Lívia Brito e o fotógrafo Ernesto Zepeda terminou após quase seis anos de litígio.

Os atores devem incluir um multa de mais de um milhão de pesos em compensação pelos danos causados ​​pelo conflito ocorrido em Cancún em 2020, confirmados pelas autoridades e representantes legais.

A sentença, publicada no âmbito de um ação civil por danos morais e materiaisconcluiu que Zepeda sofreu danos físicos e econômicos, além da destruição de seus equipamentos de trabalho no exercício de suas funções jornalísticas.

O julgamento está paralisado há muito tempo e, embora a decisão final esteja prevista para 2025, nenhum pagamento foi efetuado devido a divulgações e procedimentos administrativos.

Infográfico do caso Lívia Brito e Ernesto Zepeda, mostrando escalas de justiça, cortes de câmeras, figuras humanas e cronologia com texto do julgamento.
Infográfico mostra o processo judicial entre Lívia Brito e o fotógrafo Ernesto Zepeda no México, que termina com veredicto de indenização e processo penal pendente. (Foto da Infobae)

Brito admitiu em entrevista que, quando informado oficialmente, não cinco dias úteis para depositar o dinheiro paralelo.

Segundo o próprio ator, a notificação foi atrasada devido a um erro no endereço e sobrenome escritos pelos advogados.

“No final decidimos vir informar-nos porque foi uma decisão judicial e aqui estou, sempre estive”, explicou Brito no programa matinal. Ei.

Seu advogado, Eric Raudadisse que o depósito do valor especificado satisfará a indenização por danos no processo cível, ainda que o processo criminal não tenha sido totalmente concluído devido à existência de defesa pendente.

O incidente que gerou polêmica aconteceu em junho de 2020, quando Zepeda tirou uma foto de Brito com o então amigo em uma praia pública de Cancún.

Segundo denúncia do fotógrafo, os dois o confrontaram, espancaram e destruíram seu equipamento ao perceberem as fotos.

Zepeda afirmou que realizou seu trabalho jornalístico abertamente; Já Brito argumentou que sua privacidade foi violada.





(Jovani Pérez/ Infobae México)

(Jovani Pérez/ Infobae México)

Este fato deu origem a uma batalha jurídica que passou por diversos processos cíveis e criminais, tornando-se um caso de referência para os direitos de celebridades e jornalistas.

Entre 2021 e 2023, Zepeda ajuizou a ação cível e, em março de 2023, um juiz condenou Brito ao pagamento de indenização; O ator contestou a sentença, mas o Supremo Tribunal manteve a primeira sentença em junho de 2025.

O valor que o ator deve pagar corresponde aos danos morais e materiais causados ​​pelo conflito, incluindo o impacto no trabalho profissional do jornalista e a perda do seu equipamento de trabalho.

Junto com o julgamento civil, o ator enfrenta um julgamento criminal pelo suposto crime erro de declaração.

Esta investigação começou depois de se ter descoberto que Brito tinha fornecido informações falsas num caso relacionado com o ataque.

Em fevereiro de 2026, um juiz decidiu acompanhá-lo oficialmente no processo, o que significa o início de um novo processo onde ambas as partes podem prestar depoimento, mas não significa uma condenação.

  • Junho de 2020: A briga aconteceu em uma praia de Cancún. Ernesto Zepeda tirando fotos de Lívia Brito e seus amigos naquela época. O ator e seu amigo entraram em confronto com ele e destruíram seu equipamento fotográfico.
  • 2021: A Zepeda ajuizou ação civil contra Brito por danos morais e lesões.
  • Março de 2023: Um juiz emitiu uma sentença e ordenou que Lívia Brito pagasse mais de um milhão de pesos por danos.
  • 2024: Ambos os lados dão a conhecer as suas posições. Brito acusa influência pessoal e profissional do processo; Zepeda defende seu direito de tirar fotos em público e pede a devolução de seu equipamento.
  • 2025: A Suprema Corte das Nações Unidas traz o caso para analisar os limites da privacidade e da liberdade de imprensa. Em 25 de junho, a Corte confirmou a primeira ordem obrigando Brito ao pagamento de indenização.
  • 28 de janeiro de 2026: Lívia Brito enfrenta acusações criminais por fazer declarações falsas sobre o incidente.
  • Fevereiro de 2026: Um juiz determina oficialmente o vínculo com o processo, abrindo uma nova fase da justiça criminal.
  • 1º de julho de 2026: Brito declarou estar disposto a pagar a indenização fixada e que após ser notificado oficialmente teria cinco dias para pagar.



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