Em 2024, recebia um salário igual a 74,5 vezes a média da equipede acordo com o último relatório do CCOO sobre as empresas do índice. Traduzida em dias, esta distância significa que o CEO médio realiza em menos de cinco dias o que uma pessoa média na sua empresa realiza num ano inteiro.
Para chegar a esta equação, é necessário dividir os 365 dias do ano por esta proporção de 74,5. O resultado é 4,9 dias. Ou seja, o executivo-chefe médio do IBEX ganha, em uma semana de trabalho, o mesmo salário anual que uma pessoa média que trabalha em sua empresa.
A comparação não mede apenas salários fixos. O relatório CCOO é tomado como referência aos salários publicados pelas empresas no relatório anual de gestão corporativa e relatório salarial, disponibilizado pela Comissão Nacional do Mercado de Valores Mobiliários (CNMV). Essas taxas podem ser aplicadas salários, salários, subsídios, subsídios, trabalho ou outros conceitos relacionados ao local.
A diferença é maior em algumas das maiores empresas do índice. Na Inditex, o executivo-chefe ganha 295,1 vezes o salário médio de um trabalhador. Traduzido em dias, significa a pessoa média alcança em 1,2 dias a empresa ganha em um ano inteiro.
No Banco Santander, a taxa é de 225,8 vezes, o que equivale a 1,6 dias. Na Iberdrola, Telefónica e BBVA a distância é a mesma: 168,4, 166,4 e 165,4 vezes, o que significa isso em três casos. cerca de 2,2 dias. No ACS, a taxa é de 132,4 vezes, o que equivale a 2,8 dias.
A comparação também afeta alguns dos maiores módulos do índice. Banco Santander, Inditex, ACS, Telefónica e BBVA respondem por mais da metade das atividades das empresas listadas analisadas. No geral, o IBEX ajudou 35 empresas 1.294.767 pessoas estavam empregadas em 20243,2% a mais que no ano passado.
A média do IBEX foi de 74,5 vezes em 2024, enquanto foi de 73,4 vezes em 2023. A diferença, portanto, aumentou 1,1 ponto em um ano. O relatório refere ainda que os principais executivos do índice ganharão 160,5 milhões de euros em 2024, mais 7,6% que no ano anterior, com salário médio em torno de 4,7 milhões por pessoa.
No topo da tabela aparecem os citados Inditex e Banco Santander, juntamente com Puig, mais de 200 vezes. Iberdrola, Telefónica e BBVA, já citadas entre as principais empresas do índice, estão mais de 100 vezes, além de Sacyr, Logista, Ferrovial e ACS.
O oposto é Solaria e Aena, com uma proporção de 3,1 e 4,2 vezesrespectivamente. O contraste mostra que a diferença interna entre o salário mais alto e o funcionário médio varia muito dependendo da empresa, embora o índice médio mantenha uma grande diferença entre a alta administração e o grupo de funcionários.















