O ex-chefe da CNI, Sanz Roldán, negou que o serviço secreto soubesse da operação parapolicial espionagem do ex-tesoureiro do PP Luís Bárcenas. “Não houve nenhuma ação da CNI nem pela obra nem pelo indeferimento do caso da cozinha”, disse ele perante a Justiça Nacional, que prestou depoimento na segunda-feira.
Roldán garantiu que a CNI está cooperando total respeito pela lei e siga as diretrizes do seu governo. E a esse respeito enfatizou que “nenhum governo de qualquer cor me pediu para fazer algo ilegal, e poderia ser ilegal”. A declaração do ex-chefe da CNI durou cerca de 30 minutos. O ex-chefe do DAO também será chamado hoje para testemunhar, Agustín Linares.
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