O governo ordenou a criação de um complemento salarial para os trabalhadores do Exército que dá um alto grau, uma condição que entrará em vigor em 1º de julho e isso chegará aos militares da ativa, aposentados e aposentados. Os benefícios, estabelecidos pelo Decreto de Necessidades e Emergências 473/2026, buscam identificar a formação acadêmica e o fortalecimento dos militares por meio do acréscimo que será incluído no salário mensal e com a renovação dos salários futuros.
A decisão tomada pelo presidente Javier Miley foi anunciado por Ministério da Defesa Nacionalliderado pelo tenente-general Carlos Prestí. O novo sistema oferece recursos adicionais, como 10% para quem possui formação técnica ou nível superior, o 15% para quem tem diploma universitário e 25% para quem oferece título especial, mestrado ou doutorado.
O reconhecimento irá para militares da ativa, reformados e reformados. Além disso, não haverá distinção entre administradores e gestores independentes, mas será ministrada de acordo com a formação aceita por cada membro do conselho. EXÉRCITOo Armada e o Força Aérea.
“O capital humano é uma prioridade na visão de gestão do Ministério da Defesa Nacional e é uma área central para a construção de competências reais e sustentáveis em linha com os desafios da segurança nacional hoje”, afirmou o ministério em comunicado.
Como explicado por Informações Fontes oficiais, a ação visa regularizar as demandas históricas do Exército iniciada em 2013 e buscou equalizar a situação dos militares com outras organizações da Administração Nacional e com as forças de segurança federais, que já possuem procedimento semelhante de reconhecimento da formação acadêmica.

O complemento terá início no dia 1º de julho e será calculado com base no salário mensal correspondente à patente de cada militar. A ele será aplicado o percentual fixado no decreto e não a qualquer outro complemento existente.
Por se tratar de um complemento inserido na estrutura salarial, os benefícios afetarão o patrimônio do pensionista e do pensionista. Além disso, com o reajuste do salário futuro que poderá ser utilizado no setor, por não ser um valor fixo ou extraordinário.
Fontes do portfólio indicaram que, dependendo do nível e do nível de formação autorizado, em alguns casos o novo suplemento pode representar, em alguns casos, uma melhoria na comunicação. 300.000 e 400.000 pesos todos os meses.
O Ministério acredita que um dos aspectos importantes desta disposição é que o reconhecimento da formação e do desenvolvimento profissional terá um efeito duradouro e será renovado com o restante do salário.
A pasta liderada pelo tenente-general Presti destacou ainda que o objetivo é “promover o profissionalismo do Exército, reconhecer o valor estratégico do conhecimento e da formação de longo prazo e corrigir a assimetria histórica”.
“O reconhecimento da formação académica militar fortalece toda a Força”, afirma um comunicado divulgado pelo Ministério da Defesa.
A medida visa também incentivar a formação contínua e o desenvolvimento profissional dos militares. Segundo fontes oficiais, os suplementos alimentares não estão relacionados com o nível de autoridade ou grau da revista, mas sim através da acreditação a um nível superior.
Desta forma, um funcionário sem licenciatura ou diploma pode receber os mesmos benefícios que um funcionário do mesmo nível, porque o requisito básico é a formação e não a posição na hierarquia.
O Ministério da Defesa Nacional entende que a formação e especialização é um elemento estratégico no desenvolvimento das capacidades militares e faz parte da política que visa o fortalecimento do pessoal das Forças Armadas.
“O conhecimento e a formação contínuos são elementos-chave para construir capacidades que respondam aos actuais desafios da Segurança Nacional”, afirma o comunicado oficial.
Segundo fontes consultadas pelo Infobae, o suplemento é um reconhecimento do capital humano e do esforço de quem se forma e se aperfeiçoa no Exército, e não uma recuperação salarial geral.
Esta medida insere-se numa estratégia mais ampla promovida pela actual administração para reforçar as capacidades das Forças Armadas e apostar na obtenção do profissionalismo das suas gentes, um dos eixos que o ministério considera central para enfrentar os novos desafios em termos de segurança.















