Las Palmas de Gran Canaria, 6 de maio (EFE).- O bebê que morreu em Lanzarote num acidente de carro que foi levado sem a autorização do pai em circunstâncias que levam à investigação de homicídio imprudente, embora o tribunal encarregado do caso não descarte que possa se tratar de violência representativa.
A Guarda Nacional deteve este homem como suspeito deste homicídio, devido à sua contradição na explicação do trauma da criança, que morreu após ser enviada para o hospital de Gran Canaria.
Conforme informou o Tribunal Superior das Ilhas Canárias, na quarta-feira, o juiz de Arrecife (Lanzarote) encarregado do julgamento libertou-o temporariamente, enquanto se aguarda o processo de investigação da polícia, porque “não descarta que este possa ser um caso de violência representativa”, afirmou o TSJC.
A investigação está em curso e os testes que serão feitos nas próximas horas determinarão exatamente o que aconteceu, acrescentou.
O preso tem histórico de violência contra mulheres (amigos o denunciaram, mas depois exerceu o direito de não testemunhar contra ele) e duas condenações por dirigir sem carteira, a última em outubro de 2024. EFE















