Cada vez mais condutores na Colômbia decidem pintar os vidros dos seus carros para reduzir o calor, proteger-se dos raios UV ou melhorar a segurança, mas exceder o limite legal pode resultar em multas dispendiosas.
O Código de Trânsito prevê penalidades especiais para quem dirigir com vidros excessivamente escurecidos ou não possuir a habilitação adequada.
De acordo com os regulamentos atuais conhecidos por Jornal da semanaa infração à B10 vale para motoristas que dirigem com vidros escurecidos, escurecidos ou escuros sem atender aos requisitos técnicos exigidos pelas autoridades de trânsito.
A violação B10 penaliza o não cumprimento dos vidros escuros.
O artigo 131 do Código de Trânsito estipula que os motoristas podem receber intimação B10 por dirigirem carro com vidros escurecidos sem habilitação ou que não cumpram a regulamentação vigente.
As regras indicam que esse comportamento pode resultar em multas iguais ao salário mínimo diário legal vigente.
Em 2026, esta penalidade atingirá uma média de 466.904 pesos, embora o valor possa variar dependendo dos ajustes oficiais e das reformas económicas.
A polarização é permitida na Colômbia, mas com limites.

Muitos cidadãos optam por instalar películas blackout nas janelas dos carros para reduzir os efeitos do sol e aumentar a privacidade dentro do carro.
No entanto, as autoridades exigem um nível de escuridão que permita uma boa visibilidade e medidas de segurança rodoviária.
Por este motivo, existe uma percentagem mínima de transmissão de luz que deve ser respeitada por cada retrovisor automóvel.
Os funcionários devem realizar medições técnicas antes de aplicar multas.
O Tribunal Constitucional demonstrou que as sanções rodoviárias relacionadas com a polarização devem ser apoiadas por provas técnicas verificáveis.
Isto significa que as agências não podem emitir intimações com base apenas na avaliação visual.
Para determinar se um veículo não cumpre a norma, as autoridades devem utilizar um dispositivo especial, como um fotómetro ou luxímetro.
Esses dispositivos nos permitem medir tecnicamente a quantidade de luz que passa pelo vidro do carro.
A lei estabelece um percentual específico para cada vidro do carro.
A Resolução 3.777 de 2003 estabelece o nível mínimo de transmissão de luz na Colômbia.
No caso dos pára-brisas, a transmissão luminosa deve ser igual ou superior a 70%.
A mesma porcentagem se aplica à janela frontal.
Ao mesmo tempo, o vidro traseiro e o vidro traseiro devem permitir uma transmissão de luz mínima de 55%.
Em alguns casos especiais, como em caminhões blindados, alguns espelhos podem ter altura menor do que o permitido por lei.

O motorista deve portar um certificado se a tinta for instalada legalmente.
Quando o veículo sai da concessionária com vidro fumê ou película autorizada, o proprietário deverá possuir documentação emitida pela concessionária.
Este certificado comprova que o nível de escuridão atende aos requisitos estabelecidos pela legislação colombiana.
No caso de controle de trânsito, este documento pode ser solicitado às autoridades.
O não cumprimento pode resultar em problemas financeiros e penalidades adicionais.
Além das multas, um condutor pode enfrentar outras dificuldades se as autoridades considerarem que o veículo representa um perigo para a segurança rodoviária.
A restrição visa garantir que o condutor tenha boa visibilidade e que os outros utentes da estrada possam identificar claramente os ocupantes do veículo em determinadas circunstâncias.
Por este motivo, as autoridades recomendam verificar previamente se a película instalada corresponde à percentagem autorizada.
Aplicar muita tinta ainda é comum na Colômbia.
Embora a regra já esteja em vigor há muitos anos, muitos motoristas não conhecem os limites permitidos ou acreditam erroneamente que todos os tipos de polarização são permitidos.
As autoridades lembram que o objetivo do regulamento não é proibir completamente a utilização de películas escuras, mas sim controlar o nível de deficiência que pode afetar a segurança rodoviária.
Por isso, antes de trocar o para-brisa do carro, os especialistas recomendam uma oficina certificada e verificam se o equipamento está em conformidade com a regulamentação colombiana vigente.















