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Sheinbaum se refere às acusações de corrupção em Morena após o caso de Rocha Moya para a campanha midiática e lembra a ação em Chihuahua

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Crédito: Jesús Avilés/ Infobae México

A presidente Claudia Sheinbaum negou as acusações CORRUPÇÃO contra membros de morena depois do pedido prisão provisória para extradição de ex-governador de Sinaloa, Rubén Rocha Moyae definiu a crítica como parte de um conscientização da mídia encorajado pelo sector da oposição.

Durante a conferência matinal desta segunda-feira, 4 de maio, o presidente destacou que as reclamações se espalharam recentemente, após solicitação de um gabinete. Departamento de Justiça dos EUAfoi reforçada pelos meios de comunicação e redes sociais, especialmente por atores políticos contra o seu regime.

Sheinbaum sustentou que o governo mexicano agiu dentro da lei, tanto no pedido de extradição como nas ações ali tomadas. chihuahuaonde dois cidadãos norte-americanos estiveram envolvidos nas ações do Ministério Público e estão sendo investigados por possíveis violações constitucionais. O presidente disse:

“Não estamos protegendo ninguém. Nosso movimento vem com um slogan claro: acabar com o domínio da corrupção e do privilégio”, disse ele.

O presidente acrescentou que a honestidade do governo permitiu destinar um bilhão de pesos a programas sociais e registrar dados históricos. 5,3 bilhões de pesos até 2025não aumenta impostos.

Ao ser questionado sobre a corrupção no Morena, Sheinbaum defendeu o sistema interno de avaliação dos candidatos e garantiu que, caso seja comprovado crime, eles procederão de acordo com a lei.

Insistiu que a campanha mediática procura desacreditar o governo na chamada Quarta Transformação e afirmou que todos os funcionários ligados ao crime serão processados.

O presidente lembrou que, desde 2019, o Conselho de Segurança Nacional já extraditado 94 chefes do crime nos Estados Unidos e relatou um declínio 44 por cento em homicídios a nível nacional.

Durante a conferência, Sheinbaum também enfatizou a importância da soberania nacional diante da interferência estrangeira, citando casos históricos e recentes como o movimento “Velozes e Furiosos” e o envolvimento de agências norte-americanas em investigações internas.

Quanto ao método de liberação solicitado pelos Estados Unidos, o presidente disse que o Gabinete do Procurador-Geral não prejulgou a responsabilidade das pessoas envolvidas e o Ministério das Relações Exteriores solicitou provas adicionais que comprovassem a urgência da detenção temporária, medida essencial de acordo com o acordo entre as duas partes.



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