A Argentina é mais importante, há um novo caminho e o mundo começa a ver isso de forma diferente. Mas por trás disso há um trabalho que poucos conhecem detalhadamente. Rafael explica com convicção que resume o trabalho: “Quando todos trabalham juntos para garantir que a operação corra bem, tudo correrá bem”. Depois aborda o percurso, os jogadores e a decisão de movimentar as mercadorias entre os continentes.
O remetente Não são apenas os produtos os responsáveis. A partir do momento em que o importador faz o primeiro contato para trazer a mercadoria do exterior, todo o processo começa: você deve conhecer o produto, sua origem, o incoterm e entender o que é mais importante para os clientestanto custo quanto tempo. Isso define toda a operação.
Depois de ter essas informações, então associado a um operador originalque é uma empresa semelhante, mas no país de origem. Este operador comunica com o fornecedor, coordena a recolha da mercadoria e avisa quando esta está pronta para ser expedida. É aqui que começa o vaivém: agente, despachante, cliente, o tempo todo.
Quando o barco partiu, supervisionando toda a jornada. Você sabe onde fica o porto, se houve atraso, se houve embarque. E quando a mercadoria chega ao destino, eles trabalham com despachantes aduaneiros para imigração e desembaraço. Depende do trabalho da transportadora.
Se não houver confiança no empresário, alguém irá assediá-lo. E quando você persegue alguém, algo não pode acontecer. É por isso que é tão importante. Os empresários devem assumir as suas responsabilidades com a mesma responsabilidade e seriedade.
Um exemplo concreto: um cliente encomenda um dispositivo médico implantável para uma cirurgia agendada. Nestes casos, o tempo não é negociável. Os empresários devem saber que existe uma um prazo realonde você tem que pegar a bagagem, colocá-la no avião e fazer o avião chegar. Se isso não for feito corretamente, a operação falhará.
Essa confiança É baseado no tempo e na existência. Você vai ao mercado internacional a campo, faz reuniões presenciais, explica os tipos de mercadorias a serem processadas, quem tem prazo, quem prioriza os gastos. A comunicação deve ser sólida e contínua. E a relação vai e volta: eles também carregam o fardo, e você assume a mesma responsabilidade que eles.
Agora ele está alto. A abertura das importações fez com que o mundo visse a Argentina como um importadores com volumes reaise foi isso que trouxe mais estradas. Há alguns anos a transportadora fechou uma rota direta: tudo chegava ao Brasil e depois saía semanalmente para Buenos Aires. Isso mudou. Agora existem voos diretos da China, algo que antes era impensável.
Então há a variante brasileira. A agulha logística da América do Sul através do Atlântico é administrada pelo Brasil, que mais importa e exporta no continente. Se o Brasil tiver uma carga pesada, o tempo é maior. Este é um fator que deve ser sempre considerado.
É por isso que do outro lado do Pacíficoentrar pelo Chile, é uma opção muito interessante no momento em termos de tempo. O navio saiu da China, atravessou o Pacífico, tocou na Colômbia, no Peru, desceu pelo Chile e depois a carga atravessou os Andes em transporte para a Argentina. A agulha é definida por países menores, então o tempo é mais previsível. A única razão para considerar é temporada de neve na serra, mas com planejamento pode ser evitado sem problemas.

Há muita dívida em ambas as áreas. Por outro lado, o infraestrutura de carga em portos e aeroportos. Atualmente há investimentos sendo feitos, mas o foco está nos passageiros. O armazém continua o mesmo de sempre.
Por outro lado, a ferrovia. Este é um grande problema esperando para acontecer. Noutros países, os comboios são uma boa solução logística: acessíveis, oportunos e seguros. A Argentina é um país muito grande e não ter uma rede ferroviária avançada ligada a portos e aeroportos é uma oportunidade perdida.
Imagine se todo o norte do país tivesse uma ferrovia. Não há necessidade de pensar em outra rota através do Chile ou do Uruguai. A mineração do norte, Salta, San Juan, tudo isso pode funcionar de uma forma diferente. O investimento é ótimo, mas o impacto é equilibrado.
Quando você vai a um supermercado e vê produtos fabricados na Alemanha, há pelo menos um dez pessoas e empresas que estavam por trás para chegar àquela gôndola. As pessoas não veem, e é lógico que não vejam, mas tudo ali é incrível.
É um esforço colaborativo. Depende das estações ferroviárias, dos despachantes aduaneiros, dos motoristas, dos operadores portuários e aeroportuários, de quem faz apresentações aos órgãos de segurança pública. Todos os atores se respeitam e quando todos trabalham juntos para que a operação funcione, tudo corre bem.
E depois tem a satisfação de a mercadoria ter chegado no prazo, e o cliente manda uma mensagem dizendo que chegou tudo. É isso que torna a indústria tão atraente. Não é tão fácil quanto parece, mas quando está fechado, é feliz.















