A Universidade Autônoma de Sinaloa (UAS) enfrenta uma difícil situação financeira enfrentada ao longo dos anos défice orçamentalo que causou um deficiências estruturais Estimado em 1.600 milhões de pesos por ano, disse o reitor, Jesus Madueña Molinadurante a apresentação do seu relatório de trabalho.
Perante a família universitária e representantes do sector educativo, o reitor explicou que o realizou uma reengenharia institucional apoiado por 90% da comunidade universitária, com o objetivo de aumentar a transparência, melhorar os recursos e garantir o desempenho financeiro da instituição de ensino superior de Sinaloa.
Madueña Molina explicou que a universidade mantém compromissos financeiros com organizações como o Instituto Mexicano de Segurança Social (IMSS), o Instituto do Fundo Nacional de Habitação do Trabalhador (Infonavit), a administração tributária (SENTADO) e o governo do estado, que a dívida ultrapassa 1.600 milhões de pesos.
Ele explicou que entre janeiro e maio deste ano, o UAS conseguiu cobrir pagamento de mais de 1.009 milhões de pesos; No entanto, ainda existem obrigações económicas em curso pressão sobre fundos universitáriosincluindo pagamento de salários, benefícios trabalhistas e férias.

O reitor destacou que um dos principais fatores que agravaram o problema financeiro foi falta de apoio excepcional governo federal nos últimos três anos.
Ele disse que neste momento o 94 por cento do orçamento da instituição é alocado para pagar salários e benefíciosincluindo pessoal reformado, deixando pouco espaço para trabalhos académicos, administrativos e de infra-estruturas.
“Esta situação provoca uma perda anual de cerca de 1,6 mil milhões de pesos, o que limita enormemente a capacidade da universidade”, disse.
Da mesma forma, alertou que, se a falta de apoio financeiro excepcional continuar, a instituição poderá enfrentar uma situação difícil. pode comprometer a continuação do seu importante trabalho.
A falta de recursos, observou, poderá levar à suspensão parcial ou total das actividades académicas, administrativas e de serviços, afectando directamente milhares de estudantes, docentes, funcionários e famílias dependentes da universidade.
Por isso, apelou ao fortalecimento do sistema de apoio financeiro para garantir a estabilidade da instituição e preservar a missão educativa e social que a UAS desempenha em Sinaloa.
UAS se afirma como a terceira maior universidade pública do México

Apesar dos desafios económicos, a Universidade Autónoma de Sinaloa mantém bons indicadores em termos de formação académica e de cobertura educacional.
Durante sua reportagem, Madueña Molina destacou que a instituição atualmente possui registro 169 mil 342 alunos e receber todos os anos 50 mil novos alunosafirmando-se como o a terceira maior universidade pública do país e aquele com a maior cobertura lá Sinaloa.
Em termos de qualidade de ensino, disse que a UAS tem 89 programas aprovadosdas quais 24 foram credenciadas no ano passado, colocando-a como a universidade com mais acreditações concedidas pelo Comitê Internacional para Avaliação do Ensino Superior (CIA) a nível nacional.
Além disso, destacou que este desempenho permitiu à instituição estar entre as três melhores universidades do México segundo rankings internacionais. Tempos de ensino superior.
Do lado científico, o reitor destacou que a universidade tem 608 professores possuem Perfil PRODEP sim 716 pesquisadores incluídos no Sistema Nacional de Pesquisadores (SNII).
Foi assim que ele disse 79 graus Integram o Sistema Nacional de Diplomas Superiores, fortalecendo a formação de recursos especializados e a produção de conhecimento.
Para ele, o secretário-geral executivo da Associação Nacional de Universidades e Instituições de Ensino Superior (ANUIES), Luis Armando González Placenciareconheceu o trabalho realizado pela administração universitária durante o período que descreveu como difícil devido aos desafios administrativos e financeiros que a UAS enfrenta.
Este responsável destacou a capacidade da universidade em manter o crescimento da aprendizagem e preservar a qualidade do ensino apesar das dificuldades orçamentais que atravessa neste momento.















