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Um carregamento de cocaína ligado a ‘Iván Mordisco’ foi apreendido na Costa Rica, com destino aos Estados Unidos.

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A apreensão de cocaína em Playa Guápil, ligada ao sistema ‘Iván Mordisco’, representa uma perda de milhões de dólares para as redes de tráfico de drogas que operam entre a América do Sul e a América do Norte – crédito da Polícia Nacional

A Polícia Nacional, com o apoio de agências internacionais, localizou 3,7 toneladas de cloridrato de cocaína na área de Playa Guápil, na costa do Pacífico da Costa Rica.

Segundo a instituição o item pertence a Néstor Gregorio Vera Fernández conhecido como Iván Mordisco e projetado para o mercado dos EUA.

Durante a operação, a sensível unidade investigativa participou da prisão de seis pessoas e do rebaixamento de dois barcos que transportavam drogas. Segundo informações oficiais, o alcalóide saiu do departamento de Cauca.

Apreensão - Crédito da Polícia Nacional
Segundo informações da Polícia Nacional, alcalóides podem ter saído do departamento de Cauca – Crédito Polícia Nacional

As autoridades estimam que causou mais de 125 milhões de dólares em perdas à organização criminosa conhecida como Central do Estado-Maior. Além disso, a apreensão impediu a circulação de aproximadamente nove milhões de doses.

O diretor de combate às drogas, brigadeiro-general William Castaño Ramos, destacou que esta ação afeta as rotas marítimas utilizadas para o tráfico de drogas, bem como as capacidades logísticas das organizações criminosas com presença internacional.

Esse carregamento, que poderia sair de Cauca com destino aos Estados Unidos, estava ligado a uma organização criminosa chamada Estado-Maior Central. Como resultado, afectaram mais de 125 milhões de dólares em dinheiro e pararam a movimentação de quase 9 milhões de ficheiros em todo o mundo”, disse o homem fardado.

Esta operação soma-se à realizada pela Marinha e pela Polícia Nacional, que apreendeu 1,6 toneladas de cloridrato de cocaína durante a operação conjunta contra o tráfico de drogas.

Isso aconteceu após a inspeção do barco a motor que saía de Barranquilla e tinha como destino o arquipélago de San Andrés.

“O procedimento foi realizado através da verificação de um barco desde a cidade de Barranquilla até o arquipélago de San Andrés. Nosso grupo encontrou o entorpecente escondido por dois métodos abaixo na estrutura do barco”, disse a instituição.

As autoridades encontraram drogas escondidas na estrutura do barco, utilizando dois métodos abaixo. A descoberta permitiu que quase quatro milhões de doses fossem retiradas de circulação.

“Este produto excessivo permitiu retirar de circulação cerca de 4 milhões de doses, e teve um impacto no dinheiro da organização criminosa de cerca de 75 milhões de dólares”, afirmou a Polícia Nacional.

Apreensão - Crédito da Polícia Nacional
Apreensão – Crédito da Polícia Nacional

As perdas para as organizações criminosas envolvidas neste processo ascendem a 75 milhões de dólares. A atividade de controle do tráfego marítimo visa reduzir a capacidade da rede dedicada à exportação de substâncias ilegais para o Caribe colombiano.

A Diretoria Antinarcóticos da Polícia Nacional da Colômbia apreendeu 18 quilos de cloridrato de cocaína no porto de Barranquilla. A droga estava escondida num frigorífico e tinha como destino a Bélgica, onde seria vendida ilegalmente.

Aconteceu no domingo, 5 de abril de 2026, durante a fiscalização e fiscalização de mercadorias no terminal marítimo da capital atlântica.

A descoberta ocorreu no domingo, 5 de abril de 2026, durante uma fiscalização e busca de mercadorias no porto marítimo da capital atlântica – a Polícia Nacional da Colômbia.
A descoberta ocorreu no domingo, 5 de abril de 2026, durante uma fiscalização e busca de mercadorias no porto marítimo da capital atlântica – a Polícia Nacional da Colômbia.

O procedimento incluiu o uso de tecnologia especial, que permite detectar a presença de objetos ocultos. Segundo o boletim de ocorrência, a prisão tem impacto significativo no dinheiro da quadrilha, já que a mercadoria vale mais de 565 mil dólares. um valor equivalente a mais de dois bilhões de pesos colombianos. A arrecadação permitiu a distribuição de cerca de 45 mil doses.

As autoridades afirmam que a operação está ligada ao Clã do Golfo, conhecido como Exército Gaitanista da Colômbia (EGC), organização que teria uma estrutura dedicada ao tráfico internacional de drogas. Esta ação fortalece o combate ao tráfico de drogas nos principais portos do país.



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