No fim de semana, o Serviço Florestal dos EUA resgatou uma mulher de 31 anos que caiu a cerca de 1.500 pés de altura no Monte Shasta.
De alguma forma, ele escapou sem ferimentos graves.
“O paciente estava alerta, de bom humor e sofrendo de uma suspeita de fratura no tornozelo direito, com lesões adicionais consistentes com uma queda grave”, disse a agência em um post nas redes sociais na terça-feira.
A mulher fazia parte de um grupo de três novos alpinistas que escalaram uma rota íngreme e alta até o Monte Shasta, no norte da Califórnia, no domingo. Caiu de cerca de 13.000 pés para 11.500 pés, quase o comprimento de cinco campos de futebol, antes de pousar no estratovulcão. Com 14.179 pés, é o segundo pico mais alto da Cordilheira Cascade.
Com a cobertura de nuvens limitando as viagens de helicóptero, os guardas tiveram que caminhar para chegar ao caminhante, que foi baixado no Lago Helen, de acordo com o Serviço Florestal dos EUA. Naquela noite, por volta das 17h30, um helicóptero da Patrulha Rodoviária da Califórnia levou a mulher ao Mercy Medical Center Mt.
“Este incidente é um lembrete importante de que o Monte Shasta é um ambiente montanhoso de alta altitude, não uma trilha para caminhadas. Mesmo escaladores experientes podem encontrar mudanças climáticas rápidas, neve e gelo, rochas e condições perigosas de queda”, disse a agência.















