O ministro da Cultura e porta-voz de Sumar, Ernest Urtasun, lamentou que a sede do PSOE na Rua Ferraz “continue a ser um fardo para a maioria progressista”, e garantiu que o legislador atravessa um momento difícil devido aos casos de corrupção que afectam o PSOE, razão pela qual pede ao povo que seja digno do povo.
Numa entrevista ao ‘La Vanguardia’ recolhida pela Europa Press no domingo, disse que o PSOE deve dar uma explicação urgente e tomar decisões “importantes”, incluindo a aceleração do projeto de lei sobre a integridade do povo e a renovação do estatuto do ex-presidente.
O ministro considera que a ausência de maioria no Congresso do movimento crítico “não pode ser o único motivo” para prolongar a legislatura e sublinha que a vitória da esquerda depende do exemplo.
Questionado sobre as instruções dadas pelo juiz Juan Carlos Peinado, disse tratar-se de um “ataque totalmente inaceitável ao entorno do presidente”.
Sobre a investigação do ex-Presidente do Governo, José Luis Rodríguez Zapatero acredita que “ainda tem que explicar à sociedade” e o carro contém informações que devem ser explicadas, como as relacionadas com a posse de jóias.
“Por isso propomos travar quem recebe financiamento público para o desenvolvimento de actividades do sector privado e alargar a regra do não contrato de 2 para 10 anos”, defendeu.
Nosso dialeto
Urtasun sublinhou que a habitação é a “grande emergência social e o grande problema pendente” da legislatura e disse que pretende que o novo decreto seja aprovado rapidamente que inclui a prorrogação do aluguer.
Sobre o apoio à aprovação, referiu que Junts “se abriu” às negociações e acredita que é possível aceitar o decreto de prorrogação da renda e, além disso, regular o período de aluguer.
temporada de verão
Questionado sobre a situação, Sumar disse que se vive um momento de “renovação”, embora tenha alertado que não se trata de liderança, mas de projetos e equipas: “A esquerda ganha quando consegue dar proteção contra incertezas como o acesso à habitação ou ao trabalho”.
“Não devemos começar com nomes. Entrarei nessa briga com muitas outras pessoas e haverá tempo para decidir o papel de cada um. O que vou explicar é que continuarei participando muito desse projeto”, disse sobre seu papel nesse processo.
Sobre o trabalho do chefe do Ministério da Cultura, reiterou a sua determinação em eliminar a humilhação da Coroa: “Se há algo que quero lembrar é para a protecção da liberdade de expressão”, disse.















